O Núcleo de Viseu da Liga dos Combatentes comemorou o seu 98.º Aniversário. No âmbito das comemorações, teve lugar, no auditório do Regimento de Infantaria nº 14, em Viseu, a reunião da sua Assembleia-geral. Da ordem de trabalhos fizeram parte a aprovação do relatório e contas do exercício de 2020 e o Presidente da Direção, Tenente-coronel António Gabriel informou a assembleia acerca das atividades, entretanto levadas a cabo pelo Núcleo, bem como dos objetivos e atividades a realizar no futuro.
Após a reunião seguiu-se uma missa de sufrágio por todos aqueles que já partiram, missa essa, celebrada por Sua Excelência Reverendíssima Bispo de Viseu, Dom António Luciano.
Na rotunda aos Combatentes do Ultramar, além de descerrar uma placa evocativa dos 20 anos do monumento, também se atribuiu o grau sócio Benemérito a Sua Excelência Reverendíssima Bispo de Viseu, Dom António Luciano.
 O Presidente do Núcleo de Viseu, após o agradecimento de todas as entidades presentes, destacou os 98 anos do Núcleo e anunciou alguns desafios para as comemorações do centenário.
O Vice-presidente da Liga dos Combatentes, Major-general Fernando Aguda, enalteceu a dinâmica do Núcleo de Viseu e recordou os altos e baixos das instituições ao longo da sua história, e lembrou o primeiro presidente, Armindo Augusto Girão Guimarães. As dificuldades e os atos de heroísmo dos combatentes na Guerra do Ultramar também foram lembrados, bem como os grandes desafios institucionais que a Liga dos Combatentes desenvolve na defesa do bem moral e material de todos Combatentes.
Dr. Fernando Ruas, Presidente da Câmara Municipal de Viseu, agradeceu o convite e enalteceu o papel do Núcleo de Viseu. Recentemente como deputado da Assembleia da República acompanhou o desenvolvimento e aprovação do estatuto do antigo combatente e sabe das dificuldades da sua implementação.
Seguiu-se a homenagem aos mortos em combate com uma força militar do Regimento de Infantaria 14. As festividades terminaram com o Almoço-convívio, onde estiveram presentes mais de 150 pessoas entre entidades, sócios e familiares.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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