Home Livros Coleção "Fim do Império" O meu avô andou na guerra

O meu avô andou na guerra

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Descrição

«Os autores dão-nos uma imagem intencionalmente diferente da Guerra Colonial. Optaram por recriar situações e fazer caricaturas com tons de amizade e ternura. No traço comum sobressai a juventude com a sua irreverência, rebeldia e camaradagem. O escrutínio das fraquezas e das limitações é levado ao extremo de uma forma maliciosa, com humor cáustico, por vezes com algum assomo de crueldade.»

Luís Queirós, do Prefácio à 1.ª Edição

«O Meu Avô Andou na Guerra, por Armando Queirós e Diogo Gomes, logo me impressionou quando tive a oportunidade de fazer a recensão à sua 1.ª edição. É uma obra que desobedece radicalmente à estrutura canónica da escrita pessoal ou coletiva de uma dada experiência vivida num teatro de guerra colonial. É uso e costume, quando um autor fala de si ou se descreve a história de uma unidade militar, seguir um fio diacrónico dando relevo à mina ou à emboscada, o inferno das flagelações, a brutalidade dos corpos desfeitos; é uma literatura cheia de mantras, imperam a solidão, as arrelias, a inquietação dos patrulhamentos, o andar perdido na mata durante a operação, a sede, aquela sede abominável que podia levar o combatente a atos desvairados. Ora, o dever de memória a que se propõem estes dois autores, socorrendo-se de um relato delicado, onde não são necessárias aquelas bravas interjeições, quaisquer assassinatos de caráter ou ajustes de contas, é o desfiar em modos aprazíveis de como se juntaram umas centenas de mancebos que foram lançados no enclave de Cabinda, entre 1964 e 1966, imagine-se, quase seis décadas decorridas.»

Mário Beja Santos, do Prefácio à 2.ª Edição

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