O Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas presidiu às Cerimónias Comemorativas do 100.º aniversário da Fundação da Liga dos Combatentes, do 103.º aniversário da Batalha de La Lys e do Dia do Combatente, tendo agraciado a Liga dos Combatentes como Membro Honorário da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
Ao início da manhã, na Batalha, o Presidente da República, após ser recebido pelo Presidente da Câmara Municipal da Batalha, Paulo Batista dos Santos, pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante António Silva Ribeiro, pela Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento e Castro, e pelo Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-General Chito Rodrigues, participou na Concelebração eucarística pelos combatentes falecidos, presidida pelo Bispo das Forças Armadas e das Forças de Segurança, D. Rui Valério, na igreja do Mosteiro de Santa Maria da Vitória.
De seguida, o Chefe de Estado presidiu à cerimónia militar evocativa onde, após as honras militares com execução do hino nacional e revista às forças em parada, impôs as insígnias da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito no estandarte da Liga dos Combatentes.
Após o desfile militar, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa dirigiu-se à sala do capítulo onde, junto ao monumento ao soldado desconhecido, depositou uma coroa de flores e prestou homenagem aos mortos em combate.
No final das cerimónias na Batalha, foi inaugurado o Memorial aos Combatentes Batalhenses no jardim do condestável.
As cerimónias prosseguiram depois em Lisboa, onde o Presidente da República depositou uma coroa de flores no Monumento aos Mortos da Grande Guerra na Avenida da Liberdade e presidiu à Sessão Solene Comemorativa no Salão Nobre da Sede da Liga dos Combatentes.
A sessão, na qual estiveram presentes o Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas e os Chefes do Estado-Maior dos três Ramos, teve início com as palavras do Presidente da Liga, a que se seguiu a apresentação do livro “Grandezas e Misérias do Império”, pelo Tenente-General António Gonçalves Ribeiro, a entrega simbólica à Liga dos Combatentes do Espólio de José Maria Hermano Baptista, último Comandante da Grande Guerra, e o lançamento de um selo e medalhão evocativos da data.
Seguiu-se a intervenção do Presidente da República, que no final condecorou o Tenente-General Chito Rodrigues com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
Fonte: Presidência da República
Discurso do Exmo. Presidente da LC, TGen Joaquim Chito Rodrigues
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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