O Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes comemorou no dia 29 de setembro, o seu 98.º aniversário.
O Presidente da Liga dos Combatentes, TGen Chito Rodrigues, marcou presença nas comemorações do aniversário do Núcleo de Abrantes. As cerimónias iniciaram-se de manhã, com a realização de uma missa de sufrágio pelos combatentes falecidos, na igreja de São João Baptista, celebrada pelo Padre António Castanheira.
Durante a tarde decorreu a cerimónia institucional contou com a participação de entidades militares, civis e religiosas. Teve início com a entoação do Hino Nacional e a deposição de uma coroa de flores, em homenagem aos combatentes falecidos, no Monumento aos Mortos da Grande Guerra, situado no Jardim da República, em Abrantes. Seguidamente homenageou-se os associados com a atribuição de medalhas Comemorativas das Campanhas das Forças Armadas Portuguesas e, também, com a atribuição de Medalhões Comemorativos de 25 anos de sócio da instituição e respetivos Testemunhos de Apreço.
A Medalha Comemorativa das Campanhas foi atribuída aos militares que serviram em situação de campanha, tendo sido agraciados os seguintes Sócios:
No Teatro de Operações de Angola: Vasco Bandeira dos Santos, António da Conceição Pedro, Joaquim Lopes Diogo e Manuel Barreto Sebastião;
No Teatro de Operações de Guiné: Alfredo Rodrigues Costa, Josué Silvério Braz, Carlos Alexandre da Silva Carvalho, Bracelino da Conceição Neto e Vítor Manuel Martins Dias.
Os Medalhões Comemorativos dos 25 Anos de associado e os Testemunhos de Apreço são atribuídos aos sócios que completaram 25 anos de permanência como associados e que têm as suas quotas em dia ou que estejam isentos do pagamento das mesmas, por motivos de carência económica.
Este Medalhão foi atribuído aos seguintes Sócios: José Dias Gaspar, António Natividade Campos, Jorge Pereira das Neves, Manuel Marques Cordeiro, João Bernardino, Ângelo Fernandes, Severino de Matos Boaventura, Antero Monteiro dos Santos, Daniel dos Anjos Martins, José António Salgueiro Atanásio, Fernando Dias e Amante Heitor Parente.
Esta cerimónia contou também com a participação de uma força militar do Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME) de Abrantes, composta por seis militares e sob o comando do 2.º Sargento Rodrigo Duarte.
Enquadrando o Monumento dos Combatentes da Grande Guerra, para além do Guião do Núcleo de Abrantes, estiveram presentes os Guiões do Núcleo do Entroncamento e Barquinha, do Núcleo de Torres Novas, do Núcleo de Tomar e do Núcleo de Santa Margarida, que neste dia quiseram marcar presença, bem como se saudou a presença dos Presidentes dos respetivos Núcleos.
Seguiu-se uma alocução do Presidente do Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes, TCor de Artilharia António Hilário, que falou da proximidade do Núcleo para com os seus sócios, sobretudo no período da pandemia, assim como os projetos de apoio que o Núcleo tem à disposição dos seus sócios. Sobre o futuro disse que se avizinham novas esperanças que irão elevar a “fasquia”, nomeadamente com a atribuição de novas instalações pela Câmara Municipal de Abrantes e apelou à construção de um Memorial aos Combatentes da Guerra no Ultramar, onde passem a constar o nome de todos os combatentes abrantinos que morreram ao serviço da Pátria.
O Presidente da Liga dos Combatentes, TGen Chito Rodrigues, tomou a palavra e realçou a criação dos vários núcleos no país, fundamentais para apoiar os antigos combatentes e seus familiares em valências tão variadas como a saúde, a carência alimentar e social, etc., sublinhando que a luta deste ano está na criação de uma residência social no Entroncamento. Em tom de apelo solicitou, nomeadamente à Edilidade Abrantina, a concretização dos anseios manifestados pelo Presidente do Núcleo de Abrantes, nomeadamente a concretização de novas instalações, mostrando o seu desagrado pelo facto do Núcleo de Abrantes continuar instalado em instalações que não oferecem condições de trabalho e de apoio, mostrando-se as mesmas exíguas e pouco dignificantes, dizendo mesmo que os militares “merecem mais e querem mais”.
De realçar que atualmente o Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes tem cerca de 1.400 sócios, espalhados por cinco concelhos. A cerimónia terminou ao som do Hino Oficial da Liga dos Combatentes.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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