Tomar – 95.º Aniversário

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A cerimónia foi presidida pelo Exmo. Senhor Presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes, General Joaquim Chito Rodrigues. Esta efeméride contou com a presença da Exma. Sra. Presidente da Câmara Municipal de Tomar, Dra. Anabela Freitas; do Presidente da Assembleia Municipal de Tomar, Professor José Pereira; do Vereador da Câmara Municipal de Tomar, Hélder Henriques; do Presidente da União de Freguesias de São João Batista e Santa Maria dos Olivais de Tomar, Augusto Manuel Barros Alves; do Arquiteto, José Eduardo Varandas dos Santos do Comandante da PSP de Tomar, Sub Intendente Bruno Soares; do Comandante do Destacamento Territorial da GNR de Tomar, Capitão Pedro Inácio; do 2º Comandante dos Bombeiros Municipais de Tomar, Vítor Tarana. Participaram também o Exmo. Senhor Vice-Presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes, Major-general Fernando Pereira dos Santos Aguda; Major-general Abílio Dias Afonso; Coronel de Infantaria Carlos Manuel Alves Batalha da Silva, o Diretor do Centro de Apoio Social de Tomar, Coronel José Ferreiro, o Comandante do RI 15, Coronel de Infantaria Paraquedista Paulo Luís Almeida Pereira; o Comandante do Estabelecimento Prisional Militar, Tenente-coronel João Luís Barreira, o Presidente da Assembleia do Núcleo de Tomar, Dr. José Lousada, do TCor Artur Ferreira (Diácono Permanente), do Ex-Presidente, Tenente-coronel Manuel Carlos Cosme da Silva; dos Presidentes e Porta- Guião dos Núcleos de Abrantes, Entroncamento e Torres Novas; bem como outras ilustres autoridades civis, militares, de segurança e culturais, e aqueles pelo qual se justifica estes eventos, os associados e seus familiares.
Este dia festivo teve lugar Várzea Grande, junto ao monumento aos combatentes da grande guerra, na cidade de Tomar. O Programa iniciou com a imposição de “Medalhas Comemorativas das Campanhas” no TO de Moçambique. Foram também entregues doze diplomas do “Testemunho de Apreço”, dois a sócios combatentes que completaram mais de 50 Anos de inscrição, Jaime Antunes Gomes e António Santa Rita Cavaco e dez de 25 Anos de inscrição, Abílio Dias Afonso, Manuel Freitas de Oliveira Bastos, Libério Mota Mendes, José da Conceição Antunes, Francisco António Santos Gaspar, Tomaz Lima Rebelo, Emídio Santos Serra, João Inácio das Neves Marques e Joaquim Vieira Lopes, dando assim o seu valioso contributo para os fins patrióticos e humanitários da Liga dos Combatentes. Foi ainda entregue o diploma e cartão de sócio benemérito ao Estabelecimento Prisional Militar, para homenagear as pessoas singulares ou coletivas, nacionais ou estrangeiras, a quem, por atos praticados em benefício da liga dos combatentes ou dos seus associados, a quem a direção central atribua esta qualidade.
O núcleo de Tomar da Liga dos combatentes homenageou os combatentes da Guerra do Ultramar, com a inscrição dos nomes, na face livre à retaguarda do monumento aos combatentes da grande guerra, dos militares naturais do concelho de tomar, que tombaram ao serviço da pátria de 1961 a 1974. Procedeu-se a uma Cerimónia de Homenagem aos Mortos, onde, perante o testemunho de todos os convidados e associados, com a cumplicidade dos seus familiares, se realizou uma cerimónia de homenagem e deposição de coroa de flores, a todos os militares que, no cumprimento do dever, tombaram no campo de honra e da glória ao serviço de Portugal. Uma força de militares do Estabelecimento Prisional Militar prestou as honras militares. Foram evocados os combatentes mortos na I Guerra Mundial no TO de Angola, Alferes Manuel Antunes Sereno; Soldado Adelino dos Santos, no TO de Moçambique, o Primeiro Cabo António Escudeiro, no TO de França; e no Ultramar, Primeiro Cabo António Ferreira dos Santos, no TO de Moçambique; Soldado António Jorge da Silva, no TO da Guiné e Primeiro Cabo António José Lourenço, no TO de Angola. Foram proferidas duas alocuções alusivas ao ato, pelo Presidente do Núcleo, Tenente-coronel Paulo Rêpas e pelo Exmo. Senhor Presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes, General Joaquim Chito Rodrigues.
De seguida, no Cemitério de Santa Maria do Olival foi deposta uma coroa de flores no Ossário em homenagem aos Combatentes sepultados. Foram inauguradas as obras de ampliação do Ossário e Columbário.
Por fim, o Exmo. Senhor Presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes, General Joaquim Chito Rodrigues, assinou o Livro de Honra na Sede do Núcleo de Tomar.

Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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