Pelo segundo ano consecutivo o Natal aproxima-se fortemente condicionado pelas ameaçadoras condições sanitárias.
A Pandemia, não obstante o esforço científico, das entidades de saúde e de apoio à vacinação, parece querer contornar as barreiras que lhe têm sido colocadas, continuando a condicionar as nossas vidas, nomeadamente a nossa vida familiar.
Mas há qualquer coisa mais forte que a Pandemia!
A força do espírito. A força da esperança. A força da ciência. A força de acreditar que nesta luta entre a arma e a couraça haverá a vitória do Homem.
Alguns, familiares e amigos, já caíram, vitimados por essa luta desigual. Cumpre-nos recordá-los, com saudade, neste Natal de 2021.
Aos que vivos continuam na luta pela vida, dia a dia, recomenda a tradição Cristã que se façam tréguas de Paz, se reviva o Nascimento, se valorize o apoio mútuo da Família e dos Amigos e que, como é tradição, se desejem a todos Boas Festas e um Feliz Ano Novo.
Nos momentos difíceis da vida em comum, como os que nós Combatentes e famílias, ontem vivemos na guerra, ou vivemos hoje em Pandemia, importa sentirmos que temos um objetivo e que estamos bem dirigidos e comandados e que empenhamos todo o nosso saber para nós próprios comandarmos ou dirigirmos bem, quem temos sob nosso comando ou direção, sob nossa proteção, nosso apoio ou companhia, sentindo o seu reconhecimento. Só assim haverá confiança mútua. Só assim se estabelecerá um esforço comum nacional e pessoal, na luta contra a adversidade e a vitória surgirá transformando a vida, num Natal contínuo. Não é uma conclusão utópica. É um acreditar na harmonia e na Paz. Na Paz para a qual o Natal aponta. Na derrota da pobreza e da solidão. Na minimização da doença. Na vitória do diálogo sobre a ponta da espingarda!
Enfim, encontremos na Força do Natal as nossas próprias Forças, para trazer à vida a Tranquilidade e Felicidade possíveis. Continuaremos, como até aqui, a Honrar os Mortos e a Lutar pela Dignidade dos Vivos.
Bom Natal e Feliz Ano Novo.
Presidente da Liga dos Combatentes
Joaquim Chito Rodrigues, TGen
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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