Viseu – Inauguração de Monumento aos Combatentes do Ultramar – Oliveira de Frades

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Oliveira de Frades inaugurou o seu monumento aos Combatentes de Ultramar a 15 maio de 2021.
O Ministro da Defesa Nacional – Professor Doutor João Gomes Cravinho presidiu ao evento, contou também com a presença da Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes – Catarina Sarmento Castro, o presidente da Liga dos Combatentes – Tenente-General Joaquim Chito Rodrigues, o Comandante do Regimento de Infantaria 14 – Coronel José Santos Sá, entre outras entidades da região.
Esta obra, da autoria do arquiteto e engenheiro José Paulo Loureiro, Chefe de Divisão de Urbanismo, Planeamento e Ambiente da Câmara Municipal de Oliveira de Frades, caracteriza-se por um padrão central que relembra o “País dos Descobrimentos”, constituído por vários painéis dos territórios do antigo império português, nomeadamente: Angola, Moçambique, Guiné, Timor-Leste, Goa, Damão e Diu. No obelisco central do memorial, identificam-se numa placa os nomes dos nove combatentes naturais do concelho que faleceram ao serviço da pátria na Guerra do Ultramar.
O Ministro da Defesa aquando da sua intervenção, frisou que o estatuto do antigo combatente, recentemente aprovado, foi o primeiro grande passo na dignificação do ex-combatente.
O Presidente da Liga, agradeceu o convite à autarquia, e felicitou-a pela fantástica obra que foi inaugurada, salientando que o mais importante é o que representa e evoca.  Enalteceu este movimento patriótico dos Portugueses em recordar a memória de quem deu parte da sua juventude pela defesa de Portugal, movimento espontâneo, que surge de baixo para cima, sem imposição de uma estrutura superior.
O Presidente da Câmara – Paulo Ferreira, agradeceu a todos a presença em Oliveira de Frades, contribuindo decisivamente para engrandecer a cerimónia de inauguração.
Uma secção do Regimento de Infantaria 14 com clarim, prestou as honras militares aos caídos no campo da honra e da glória.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objetivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de ações de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a proteção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objetivos, nomeadamente no que respeita à adoção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por atos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e direto dos seus associados.

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