Homenagear quem defendeu a pátria
A proposta de construção do memorial aos combatentes foi uma iniciativa de um grupo de antigos combatentes de Caldas das Taipas (Luís Miguel Rodrigues, José Oliveira, Cirilo Silva), concretizada pela Junta de Freguesia.
O presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, evidenciou o reconhecimento dos antigos combatentes ao frisar que “a memória histórica é essencial e sem essa memória não conhecemos o país e não vislumbramos um caminho de futuro. A primeira condição da memória histórica é homenagear aqueles que disseram sim para defender a sua Pátria”, realçou Domingos Bragança, manifestando a abertura a Câmara de Guimarães para completar o conjunto de reconhecimento aos antigos combatentes não âmbito da ação do Governo.
O presidente da Junta de Caldas das Taipas, Luís Soares, assinalou o “dia histórico” para a freguesia através da concretização de um memorial que nasceu de uma proposta dos cidadãos. “É assim que temos vindo a trabalhar na Junta de Freguesia, os cidadãos propuseram e dialogaram com os representantes eleitos e assim concretizámos, com diálogo e trabalho”, referiu Luís Soares.
O presidente da Liga dos Combatentes, o tenente-general Chito Rodrigues, evidenciou na sessão solene o ato de simbolismo e o reconhecimento aos antigos combatentes. “O que aconteceu hoje nas Taipas sucede um pouco por este país fora. O povo português ergue padrões e monumentos em homenagens aos seus filhos e àqueles deixaram o seu próprio país para se deslocarem para outros Continentes, no cumprimento do dever e a defesa dos valores mais altos que se podem lutar, os interesse superiores do país. Nos últimos tempos, o sacrifício dos combatentes foi reconhecido pelo poder Local, pelo Governo, pelo Presidente da República e Assembleia da República, chegamos onde queríamos chegar quanto ao reconhecimento”.
Em representação da Liga Combatentes de Caldas das Taipas, Luís Miguel Rodrigues, assinalou a “gratidão” pelo trabalho desenvolvido pela Junta de Freguesia de Caldelas “para esta homenagem aos combatentes que foram obrigados a pegar em armas no cumprimento do dever patriótico”.
O memorial inaugurado este sábado, 10 de abril, pode ser apreciado junto ao recinto da Feira Semanal, na Avenida 25 de abril.
Fonte: https://ominho.pt/
Foto: CM Guimarães
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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