No âmbito do Projeto de Requalificação citadina de Tomar, a Câmara Municipal de Tomar procedeu à remoção integral do Monumento aos Combatentes da Grande Guerra, que se encontrava situado no Largo 5 de Outubro tendo sido deslocado integralmente para uma rotunda, confronte com o edifício
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da Estação Ferroviária, em plena simetria com este e fomentando a existência de uma plataforma circular que regra o trânsito local. O Monumento apresenta quatro faces com pedras em moleanos polidas e impermeabilizadas, estando na pedra frontal a designação do Monumento, “Aos Mortos da Grande Guerra/Do Concelho de Tomar/1914 – 1918”, numa lateral, o nome dos Combatentes da Grande Guerra mortos em França, na outra lateral, o nome dos Combatentes da Grande Guerra mortos em África.
Aproveitando esta requalificação, o Núcleo de Tomar da Liga dos Combatentes efetuou a limpeza do monumento e a gravação de uma pedra lioz que colocou na face livre à retaguarda, em homenagem aos combatentes da Guerra do Ultramar, com os nomes dos militares naturais do concelho de Tomar, que tombaram ao serviço da pátria de 1961 a 1974, à semelhança do que já existe em diversos Monumentos espalhados pelo território nacional.
O Monumento aos Combatentes da Grande Guerra, pretende render homenagem a todos os combatentes mortos que viviam no concelho de Tomar.
Foi erguido à custa de uma subscrição pública, e é obra do escultor portuense Henrique de Araújo Moreira, apresentando na sua base vários blocos de granito, onde se pode ler a inscrição “Aos Mortos da Grande Guerra/Do Concelho de Tomar/1914 – 1918”. Sobre a mesma, surge uma estátua de bronze representando um soldado em posição de assalto, com o armamento e equipamento utilizados na época, no teatro de operações europeu, na Flandres. A sua inauguração contou com a presença do Ministro da Guerra e aconteceu no dia 20 de Novembro de 1932, no Largo 5 de outubro, em local muito próximo do antigo quartel do Regimento de Infantaria n° 15.
Paulo Jorge Malva de Jesus Rêpas
Presidente do Núcleo de Tomar
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1921. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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