Meus caríssimos amigos, membros da Liga dos Combatentes, dirigentes, funcionários, sócios e familiares
O Natal deste ano 2020, parecendo querer ser diferente, face a fatores externos que não controlamos, continuará a ser o mesmo Natal.
Por mais distantes que estivermos uns dos outros, de Chaves a Faro; do Funchal ao Porto Santo; de Ponta Delgada ao Pico; de Winnipeg a Macau; de Paris a Turlok; de Montreal a Timor; de Lisboa ao Maputo, enfim em qualquer lugar do mundo onde pulsar um dos nossos corações, estaremos irmanados dos mesmos pensamentos e valores. Valores da Paz, da Justiça, da Solidariedade, do Apoio Mútuo, da Família, enfim da nossa Liberdade como cidadãos do Mundo.
Todos, faremos os mesmos votos de Bom Natal e Feliz Ano Novo, indiferentes as ameaças que nos rodeiem, quer sejam provocadas pelo homem, quer sejam oriundas da própria natureza.
Vivemos os últimos momentos, do último ano, do nosso primeiro século de vida, como Liga dos Combatentes. Temos orgulho dos nossos noventa e nove Natais que como instituição passamos. Não obstante alguns em tempo de guerra, alguns em tempo de ditaduras, outros em tempos de Pandemia, como acontece no ano ainda em curso.
O Natal, porém, é algo mais forte que nos arrasta para um sentimento de Paz e Amizade sejam quais forem as condições externas ambientais que nos fustiguem. Por isso, vivemos sempre o Natal. Há Natal sejam quais forem as circunstâncias que nos rodeiem.
Não há entre nós confinamento que impeça o nosso convívio espiritual, por mais distantes que estejamos uns dos outros, e o nosso anseio comum de mais apoio a saúde e mais apoio social.
E se as condições permitirem estarmos mais perto fisicamente uns dos outros, certamente que nos apoiaremos e respeitaremos as medidas de segurança, como sempre fizemos em condições ainda mais difíceis.
Como Presidente desta nossa centenária instituição aqui vos deixo os votos de Boas Festas possíveis, na certeza de que o tempo, neste período de ameaça pandémica, corre a nosso favor e o vírus será controlado. Embora condicionados e impedidos dos nossos convívios, nunca estivemos tão unidos pela Força do Natal!
Demos por isso o Grito que ainda mais nos aproxima e reúne:
Liga dos Combatentes! Valores Permanentes!
Liga dos Combatentes! Em todas as Frentes!
O Presidente da Liga dos Combatentes
Joaquim Chito Rodrigues, TGen
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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Liga dos Combatentes
A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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