O Exército não esqueceu a população do distrito de Viseu durante a pandemia da Covid-19 e ajudou no combate ao novo coronavírus, em diversas ações. O trabalho dos militares foi lembrado esta sexta-feira (3 de julho) pela secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento e Castro.
Numa visita a Viseu, a governante salienta que a região foi um exemplo de como “a Defesa Nacional não esqueceu os seus e fez tudo para não deixar ninguém para trás”.
“Em Viseu, o Ministério da Defesa Nacional fez a distribuição nas escolas dos equipamentos de proteção individual que eram necessários e acudiu aos lares quando foi necessário. Fomos os primeiros a dizer presente nestas situações que envolviam idosos. Viseu também não foi exceção na cedência de camas e tendas para o Hospital e com ações de sensibilização sobre a higienização e a desinfeção. Eu estou orgulhosa do trabalho feito pelas Forças Armadas”, diz.
Catarina Sarmento e Castro garante que os militares vão continuar nesta guerra contra a Covid-19. Estas palavras foram ditas numa cerimónia de entrega de computadores à Liga dos Combatentes. Ao todo, vão ser oferecidos 50 computadores a diversos núcleos.
“Os computadores não chegam ainda a todos os 108 núcleos da Liga, mas foi um esforço que os militares conseguiram fazer despendendo do seu tempo, o que foi uma coisa que eu valorizei muito. Isto não é mais do que um reconhecimento quer ao papel da Liga dos Combatentes quer ao trabalho dos núcleos”, refere a secretária de Estado.
Já o presidente da Liga dos Combatentes, o Tenente-general Chito Rodrigues, agradece esta oferta do Governo. “Deixamos o agradecimento pela lembrança e pela iniciativa”, enaltece acrescentando que os computadores vão reforçar os núcleos e dotá-los de meios informáticos, “de forma a sermos uma organização moderna, atual e com meios de comunicação atuais”.
O tenente-coronel congratulou-se ainda com a oferta de equipamento de proteção para a Covid-19 à Liga dos Combatentes.
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Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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