No ano do Coronavírus, o Presidente da República promoveu a cerimónia do 10 de Junho de modo reduzido de acordo com a gravidade ainda do momento, com a cerimónia organizada no Mosteiro dos Jerónimos onde foram prestadas, pelas 11h00, honras à bandeira nacional, no exterior do Mosteiro, com o içar da bandeira nacional, a execução do hino nacional, 21 salvas por unidade naval da Armada fundeada no rio Tejo e sobrevoo de homenagem por uma esquadrilha de aeronaves F-16 da Força Aérea.
Em seguida e já na Igreja de Santa Maria de Belém, o Presidente da República depositou uma coroa de flores no túmulo de Luís Vaz de Camões e guardou “um minuto de silêncio em homenagem aos mortos ao serviço da pátria”.
Acompanhado por cinco convidados, o presidente da Assembleia da República, o primeiro-ministro, os presidentes do Supremo Tribunal de Justiça e do Tribunal Constitucional, e do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal de Contas, dirigiram-se aos claustros do Mosteiro, onde usou da palavra o cardeal D. José Tolentino de Mendonça, presidente da comissão organizadora do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a que se seguiu a intervenção do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que encerrou as cerimónias, apelando nas suas palavras para o bom senso dos portugueses numa altura em que a pandemia ainda se manifesta e em que a situação económica do País é grave.
No Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém, onde todos os anos se realiza uma cerimónia que envolve milhares de pessoas de todo o país, e embora a Comissão Executiva das Cerimónias do 10 de Junho tivesse anunciado que não haveria este ano a cerimónia oficial, desde cedo que combatentes e familiares se reuniram para homenagear os caídos na Guerra do Ultramar e cujos nomes estão gravados nas lápides nas paredes do Forte do Bom Sucesso, com flores coladas junto aos nomes ou deposição de coroas de flores.
A Liga dos Combatentes normalmente apoia a cerimónia, e esteve representada pelo Comandante Mar-e-Guerra Filipe Macedo, que esteve presente na homenagem de deposição de flores com os membros da Comissão Promotora – General António Bispo, Almirante Cajarabille, D. Francisco Van Uden de Bragança, Coronel Morais Pequeno, Coronel Evaristo e Coronel Brandão Ferreira e Comissão Executiva: General Cubas, Coronel Duarte (Força Aérea), Coronel Correia (Exército). CTen Fonseca (Marinha) e Major Quintas Reis (GNR), Dr. Amaral e Jaime Silveira (Ass. Comandos).
Clarins tocaram os toques do silêncio e de alvorada, foi feito um minuto de silêncio e a cerimónia terminou com o Hino Nacional.
Isabel Martins – Marketing do Museu do Combatente
Fontes: site da presidência, fotos da presidência e de João Moreira no apoio ao marketing.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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