Caros dirigentes, colaboradores e membros da Liga dos Combatentes
Terminado o segundo e último período da Situação de Emergência que acabamos de viver, face a este vírus invisível, omnipresente, traiçoeiro e mortal, as minhas primeiras palavras, são de reconhecimento e ânimo e vão para as famílias dos que caíram, bem como para os que foram tocados pela doença. Felizmente muito poucos para a nossa dimensão.
A segunda palavra de agradecimento e regozijo vai para todos, dirigentes, funcionários e membros da Liga dos Combatentes que permitiram o sucesso no combate, neste conflito sem frentes, nesta fase do desafio.
Na Direcção Central, nos Núcleos, no CEAMPS e CAMPS, nas Residências do Porto e de Estremoz, na Creche, Jardim de Infância e Museu do Combatente. A todos, os que no campo da saúde, do teletrabalho, do trabalho presencial ou do confinamento, contribuíram com o seu esforço para a derrota do vírus dentro da nossa instituição e, com tal sucesso, contribuíram para os resultados positivos do país.
Cumprimos com rigor as Diretivas e Planos de Contingência.
Segue-se a fase de Calamidade decretada pelo Governo. Vamos regressar gradualmente ao trabalho cumprindo todas as regras de segurança e contenção.
Cumprindo o Plano de Adaptação à Mudança 2020 e seu Anexo- Retoma de Actividade-Plano de Desconfinamento, que vão ser difundidos.
Ao sucesso inicial tem que seguir-se o sucesso final. E mesmo com as características sinuosas, persistentes e ameaçadoras do Inimigo que enfrentamos, o sucesso continua em nossas mãos.
Com coragem, determinação, paciência estratégica e confiança pessoal, vamos adaptar-nos, com rigor, à exigência de novos comportamentos e processos de trabalho, sem perdermos a nossa Liberdade e trabalhando para garantir a nossa Segurança e Bem-estar.
Protegendo-nos, continuaremos confiantes no cumprimento da nossa Missão.
É com satisfação, orgulho e regozijo que vos transmito esta mensagem face aos êxitos resultantes do nosso comportamento recente e com a certeza de que a sua continuidade será garantia de um futuro próximo sem restrições.
Lisboa, 2 de Maio de 2020
O Presidente da Liga dos Combatentes
Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

Artigo anteriorMinistro da Defesa visita unidades do Exército e da Força Aérea no Alentejo empenhadas no combate à COVID-19
Próximo artigoCOVID-19 Linha de Apoio das Forças Armadas para associados da Liga dos Combatentes
Liga dos Combatentes
A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor deixe o seu comentário!
Please enter your name here