A cerimónia foi presidida pelo Vice-presidente do Núcleo – Murilo Gama Pinto e marcaram presença nestas comemorações o Dr. Rui Luzes Cabral, Vice-presidente do Município, Professor Manuel Alberto Pereira, Presidente da União de Freguesias de Oliveira de Azeméis, Tenente-coronel Almeida Henriques em representação do CMDT do Regimento de Engenharia 3, Tenente Alfredo Nogueira em representação do CMDT do Aerodrómo de Manobra n.º 1, Sargento-chefe Carlos Silva em representação do Comandante do Destacamento da Guarda Nacional Republicana de Oliveira de Azeméis, Professor Almeida Gomes, Presidente da Direção dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis, Presidentes dos Núcleos da Liga dos Combatentes de Espinho e Oliveira do Bairro, Presidentes da Delegação de Comandos de Oliveira de Azeméis e da Associação dos Combatentes do Ultramar Português de Castelo de Paiva, todos os elementos da Direcção e Associados do Núcleo da Liga dos Combatentes de Oliveira de Azeméis e famílias.
Foi prestada homenagem aos Combatentes que caíram ao Serviço da Pátria, para o efeito foi depositada uma coroa de flores, junto ao Monumento dos Combatentes do Ultramar, e respeitado um minuto de silêncio. A cerimónia prosseguiu no auditório da Biblioteca Municipal, com a condecoração de dois Combatentes;
Medalha Comemorativa das Campanhas das Forças Armadas:
José Rodrigues Cardoso (Angola 1968-70);
Medalha Comemorativa de Comissões de Serviços Especiais; 
Manuel Joaquim de Andrade Costa (Angola 1974-75).
Foram agraciados com o Medalhão do Núcleo e o Testemunho de Apreço, os associados que completaram 50 anos de vínculo à Liga dos Combatentes:
Cipriano Rodrigues Martins, Sócio n.º 47.150;
Acácio Pinho Silva, Sócio N.º 47.830;
Armindo Soares Silva Monte, Sócio N.º 47.837
Foram agraciados com o Medalhão do Núcleo e o Testemunho de Apreço, os associados que completaram 25 anos de vínculo à Liga dos Combatentes:
Evaristo Gomes Costa, Sócio N.º 124.026;
António Silva Fernandes, Sócio N.º 124.731;
Rui Aníbal Barros Pinho Praça, Sócio N.º 124.732
Após o encerramento da cerimónia, seguiu-se o Almoço-convívio que reuniu oitenta e cinco pessoas entre convidados, associados e familiares.
Liga dos Combatentes
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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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