Vila Franca de Xira – Passeio cultural a Oleiros

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O Núcleo de Vila Franca de Xira da Liga dos Combatentes proporcionou aos seus associados e amigos um passeio cultural a Oleiros, Castelo Branco, para degustação do famoso cabrito estonado.
Ao chegarmos a Oleiros fomos recebidos pela Eng.ª Inês Martins, representante da Câmara Municipal de Oleiros que nos deu as boas vindas junto do Posto de Turismo. Aí pudemos degustar um licor de medronho acompanhado de tostas com doce de medronho e apreciar os artigos regionais à venda.
Após a troca de ofertas institucionais e de ofertas a todos os participantes, por parte da Câmara Municipal de Oleiros, iniciámos a visita acompanhada pelo Técnico de Turismo, João Duarte, que iniciou com uma explicação sobre o Padre António de Andrade, natural de Oleiros e primeiro ocidental e português a chegar ao Tibete. O percurso pelas ruas calcetadas parou inicialmente na atual Casa da Cultura, ex-Câmara Municipal e ex-prisão, seguindo em direção à Igreja Matriz, onde observámos o belo altar em Talha dourada e o seu teto, ricamente decorado com a Cruz de Malta, resquícios do tempo do Priorado do Crato.
De seguida fomos à Igreja da Misericórdia e observámos a Nossa Senhora das Dores, o Senhor dos Passos, São João e o Senhor Morto. Fomos depois visitar as novas instalações da Sociedade Filarmónica Oleirense, instituição mais antiga do concelho, tendo sido recebidos pelo senhor José Eduardo, membro da direção, que nos acompanhou na visita e foi dando algumas explicações.
A seguir visitámos a Capela de Nossa Senhora Mãe dos Homens, também pertença da Santa Casa da Misericórdia de Oleiros e que teve a amabilidade de a abrir para pudemos observar o seu riquíssimo altar em Talha dourada e os seus quadros do Séc. XV.
Terminada esta visita à Vila de Oleiros fomos em direção ao Roqueiro e à Adega dos Apalaches para degustação do famoso cabrito estonado, onde fomos recebidos pelo proprietário daquele espaço, Sr. Fernando Machado que nos deu as boas vindas.
Após o almoço retornámos a Oleiros para efetuar os algumas compras no comércio local, os queijos, as filhoses, os enchidos, etc., tendo depois regressado a Vila Franca de Xira.
Estes passeios, para além da componente cultural, também tem uma componente solidária, porque muitos do que foram, não conheciam aquela região.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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