O Núcleo de Vila Franca de Xira da Liga dos Combatentes, tendo sido fundado em 4 de setembro de 1929, em 1937 transferiu a sua sede para o Largo Comendador Miguel Esguelha, N.º 5, onde permaneceu e desenvolveu a sua atividade até 2009, totalizando quase 72 anos naquele local.
O prédio onde se localizava a sua Sede estava degradado e o senhorio considerou que a melhor opção para todos, seria a demolição do prédio e construção de um novo edifício.
As negociações para a cedência de novas instalações para o Núcleo de Vila Franca de Xira da Liga dos Combatentes continuar a desenvolver a sua atividade, iniciaram-se no ano de 2003, pela direção de então, dirigida pelo Capitão Júlio Marques Serra, recentemente falecido, não assistindo por isso à escritura do imóvel.
As novas instalações localizadas nas Rua da Barroca de Baixo, n.º 9-9A, foram inauguradas no dia 8 de setembro de 2012, pelo Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, Presidente da Liga dos Combatentes, sendo Presidente da Direção, o Tenente-Coronel Amadeu Sebastião Lavareda Romão.
Finalmente, passados quase 8 anos de negociações após a data da inauguração, pelo atual Presidente da Direção, Sargento-mor Armindo Santos Silva, o património da Liga dos Combatentes ficou mais rico, em virtude da escritura por doação no dia 29 de janeiro de 2020, a Liga dos Combatentes é proprietária de pleno direito daquele espaço.
Assistiram à realização da escritura pública por doação do proprietário, Manuel José Alves Soares e sócio apoiante n.º 176.673, para além do próprio, o Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, na qualidade de Presidente da Liga dos Combatentes, o Coronel Faustino Lucas Hilário, Secretário-geral da Direção Central da Liga dos Combatentes, o Sargento-mor Armindo Santos Silva, Presidente da Direção do Núcleo de Vila Franca de Xira da Liga dos Combatentes, o Tenente-coronel Amadeu Sebastião Lavareda Romão, ex-Presidente do Núcleo e o representante da Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira e José Guerreiro, Secretário.
Após a realização da escritura seguiu-se um almoço de convívio na Sede do Núcleo de Vila Franca de Xira, com os restantes membros que compunham a delegação da Direção Central e os atuais membros da direção do Núcleo. No final as entidades presentes assinaram o livro de Honra do Núcleo.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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