No âmbito do “Roteiro de Defesa Nacional”, S.Exa. o MDN visitou pelas 18h30 do dia 27 de janeiro de 2020, o Núcleo de Lamego da Liga dos Combatentes.
Este programa descentralizado, destina-se a promover um conhecimento e uma cultura de Defesa Nacional nas diferentes regiões do território nacional, em parceria estreita com os municípios e os governos regionais, criando oportunidades privilegiadas de contacto entre decisores e cidadãos, administração central e local, sociedade civil e família militar”.
Da visita ao Núcleo de Lamego, constou o seguinte programa: Receção e boas vindas, briefing sobre a atividade do Núcleo, assinatura do Livro de Honra, terminando com um espumante de honra.
Acompanhou a comitiva, o Presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Lamego, Dr. Ângelo Moura e Eng.º Alves da Silva, tendo sido recebidos pelo presidente da Direção Central da Liga dos combatentes TGen Chito Rodrigues e pelo Presidente do Núcleo de Lamego Coronel Valdemar Lima.
Na apresentação do briefing, o presidente do Núcleo de Lamego, evidenciou as principais preocupações do Núcleo, que são também as preocupações dos seus associados combatentes,  onde se destacam; o apoio social e médico que é possível prestar aos sócios na atuais instalações da Sede do Núcleo, as exíguas condições das atuais instalações e a possibilidade da Autarquia ceder novas instalações num espaço já prometido, e ainda, a preocupação que é também de todos os combates, que diz respeito à aprovação do Estatuto do Combatente.
O presidente da Direção Central, TGen Chito Rodrigues, também tomou da palavra para enfatizar essencialmente as seguintes questões:  Angola e a OPERAÇÃO EMBONDEIRO relativo ao programa estruturante “Conservação das Memórias”, a problemática da lei da onerosidade relativa ao património em posse da Liga dos Combatentes, e por último sobre a aprovação do Estatuto do Combatente.
Por último, o Ministro da Defesa Nacional, realçou a importância dos objetivos que se propõe com este “Roteiro de Defesa Nacional”, referindo também que está muito esperançado que a Assembleia da República aprove muito brevemente o Estatuto do Combatente.
Após a assinatura do Livro de Honra, o senhor ministro teve a oportunidade de falar com alguns dos combatentes presentes, inteirando-se dessa forma das suas naturais preocupações, terminando a visita com um espumante de honra.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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