Ministro da Defesa Nacional | Mensagem Natal 2019

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Caros militares, militarizados e civis da Defesa Nacional,
Com o aproximar do final do ano, quero desejar um Feliz Natal e um excelente ano de 2020 a todos.
Numa época em que os portugueses celebram com as suas famílias e amigos esta altura especial do ano, quero deixar uma palavra de reconhecimento e de agradecimento aos nossos militares que se encontram longe do País e das suas famílias, a cumprir missões internacionais, e para todos aqueles que se mantêm em prontidão, 24 horas por dia, todos os dias do ano, em terra, no mar e no ar, ao serviço de Portugal.
Eu e os Secretários de Estado estamos bem cientes da exigência dessas funções. Por isso, considerámos que este era o momento de centrar recursos e atenção nas pessoas que servem e serviram a Defesa Nacional, valorizando-os nesta nova legislatura. São vocês – mulheres e homens das nossas Forças Armadas, da nossa Defesa Nacional – o nosso mais valioso arsenal.
Agradeço a todos: militares, militarizados e civis, mas também aos vossos mais próximos, pelo apoio de retaguarda fundamental. A vossa dedicação, a qualidade, a coragem e o brio com que se dedicam à Defesa Nacional são, para todos em Portugal, motivo de orgulho.
Continuamos a trabalhar diariamente na melhoria das vossas condições de trabalho e da promoção da conciliação com a vida pessoal, na consolidação da reforma da saúde e no investimento na formação e no ensino, sem esquecer aqueles que dedicaram a vida a servir Portugal e que se encontram hoje na reserva ou na reforma.
Com o Orçamento do Estado entregue há dias na Assembleia da República, iremos reforçar o investimento global na defesa, exigindo-nos a todos uma gestão exemplar destes recursos, garantindo melhores equipamentos, garantindo que tem real impacto na ação social e na saúde, e garantindo melhores resultados em três eixos: recrutar, reter nas fileiras e reinserir na vida civil militares mais qualificados para o nosso mercado de trabalho.
Em 2020 daremos continuidade ao processo de inversão do longo ciclo de desinvestimento na Defesa Nacional desde que Portugal vive em democracia. Temos a Lei de Programação Militar que é o mais ambicioso programa de investimentos e equipamentos das nossas Forças Armadas das últimas décadas. Investir nas nossas Forças Armadas é também investir no nosso tecido económico nacional. A indústria aeronáutica, a indústria naval, os setores de ponta da nossa economia vão beneficiar do investimento que é feito no equipamento das nossas Forças Armadas.
Este é também o momento de assegurar igualmente o reconhecimento dos Antigos Combatentes, incluindo os Deficientes das Forças Armadas. Portugal e a nossa sociedade devem-lhes muito. Nós não o esquecemos. Entregámos este mês na Assembleia da República uma proposta de Lei do Governo para concretizar, finalmente, o Estatuto do Antigo Combatente e estamos confiantes que irá prosperar. Aos Antigos Combatentes e aos Deficientes das Forças Armadas quero deixar uma mensagem sentida: estamos a trabalhar para honrar o vosso sacrifício pela pátria.
Nesta quadra em que se celebra a renovação e a paz, em que se faz o balanço do ano e se planeia o novo ano, quero dizer a todos que devem ter orgulho naquilo que fizeram em 2019. Há muitos e bons sinais de que estamos no rumo certo e de que todo o esforço valeu a pena. Mas há ainda muito trabalho pela frente e por isso apelo ao vosso sentido de missão para prepararmos e adaptarmos a Defesa Nacional para a próxima década, e criarmos uma verdadeira cultura de defesa, que seja determinante na diminuição do desconhecimento e das distâncias entre militares e civis, e para potenciar o recrutamento, a retenção e a reinserção dos militares das nossas Forças Armadas. É com esse vosso esforço que iremos valorizar o que de melhor temos e que superaremos as nossas dificuldades.
Todos são importantes e determinantes para este esforço. Conto com cada um de vós para aproximar ainda mais as Forças Armadas da sociedade portuguesa.
Peço que se juntem a esta nobre missão de construir o presente e o futuro da Defesa Nacional.
Mais uma vez muito obrigado, boas festas e um excelente ano de 2020.
24 de dezembro de 2019.
João Gomes Cravinho
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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Liga dos Combatentes
A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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