Além das palavras usuais no gabinete do Presidente da Direção Central, pelo Vice-presidente (Major-general Fernando Aguda), na saudação de Natal ao Presidente e funcionários, apresentando a disponibilidade de todos para trabalharem na continuação dos programas da Liga dos Combatentes, e Presidente (Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues), num agradecimento à equipa de voluntários que formam a Direção Central, e aos funcionários que trabalham na sede em todos os departamentos, da contabilidade ao CEAMPS (Centro de Apoio médico, Psicológico e Social), aos do Museu do Combatente, do Núcleo de Lisboa e Assembleia Nacional dos Prisioneiros de Guerra que ocupam instalações na sede da Liga dos Combatentes, sobre os objetivos alcançados e a alcançar pela Liga dos Combatentes, iniciou-se o momento de oferta de lembranças orientado pelo Secretário-geral (Coronel Lucas Hilário).
Já a seguir, e no Salão Nobre da Liga, o Presidente da Liga dos Combatentes dirigiu-se a todos os presentes que incluíam agora, além dos presentes inicialmente no seu gabinete, entidades civis e militares convidadas , representantes dos três ramos das Forças Armadas, General Serafino, Presidente do IASFA, Presidente do Núcleo de Toronto, representante do Núcleo ANT/TRN, Presidente Manteigas, presidente do membro associado de Pampilhosa da Serra, membros do Conselho Supremo , Conselho Fiscal e Assembleia-geral, explanando sobre o percurso da Liga dos Combatentes constituída após a Grande Guerra e que continua na atualidade sempre presente em variados campos, e, entre outras considerações, sobre as Forças Armadas e seu apoio à Instituição, sobre o prosseguir com a defesa dos interesses dos antigos combatentes, e sobre o programa de ações realizado durante este ano de 2019, cheio de realizações a vários níveis.
Este ano o momento musical, numa cooperação do marketing do Museu do Combatente, contou com a participação de Sandra Soares, (voz), Pedro Polónio (Piano) e Tenente-coronel Pedro Marquês de Sousa (saxofone), apresentando fados e músicas tradicionais da época, a que se seguiu o tradicional almoço de Natal.
Fonte: Isabel Martins, MKT Museu do Combatente
Fotos: Hugo Gonçalves
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Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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