13.11.2019 – No dia 13 de novembro, o Núcleo de Braga da Liga dos Combatentes e o Regimento de Cavalaria N.º 6 levaram a efeito, nesta cidade, as solenidades comemorativas do 101.º Aniversário do Armistício e o VIII Encontro Anual de Sócios. As cerimónias iniciaram-se com o içar das bandeiras, pelas 09h00, na sede do Núcleo.
Seguiu-se a receção aos convidados, com destaque para o Vereador Eng.º Altino Bessa, em representação do Presidente da Câmara Municipal de Braga e pelo Vice-presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Dr. Mário de Oliveira Machado.
Às 10h30, com a guarda de honra, foi celebrada a Missa de sufrágio por todos os combatentes que tombaram ao serviço da Pátria, na Basílica dos Congregados, presidida pelo Capelão do Regimento de Cavalaria nº6, padre Ricardo Miguel Barbosa.
As cerimónias militares tiveram início às 11h15, junto ao monumento aos combatentes, na avenida central, onde já se encontrava um pelotão do Regimento de Cavalaria Nº6. Em homenagem aos mortos, foi depositada uma coroa de flores, seguindo-se a leitura da Prece proclamada pelo presbítero.
O evento ficou ainda marcado pela leitura da mensagem do Presidente da Liga dos Combatentes, feita pelo Presidente do Núcleo, Coronel João Paulo Amado Vareta, na qual o nosso General Joaquim Chito Rodrigues evoca a paz como “objetivo e valor permanente”, incentiva os antigos Combatentes a ”lutar pela dignidade dos Combatentes vivos e a honrar os que caíram” e sublinha que “A Liga dos Combatentes vai continuar a lutar pelos valores em que acredita, a promover a História a conservação das memórias, e a procurar apoios que garantam aos Combatentes e seus familiares o reconhecimento e a solidariedade que à luz dos Direitos Humanos e dos serviços prestados, têm direito”. O programa terminou com a entoação do Hino da Liga dos Combatentes.
Às 13h00, seguiu-se um momento de confraternização, no restaurante “O martinho” em Vila Verde, onde foi servido o almoço, a cerca de 50 sócios e famílias.
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Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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