Conjugando o facto de o Presidente da Liga dos Combatentes, General Joaquim Chito Rodrigues (desportista e dirigente desportivo que durante toda vida esteve ligado à Esgrima, desporto em que para além de campeão nacional absoluto, militar e universitário por várias vezes foi ainda atleta olímpíco representando Portugal nos Jogos Olímpicos de Roma-1960. Foi também Presidente da Federação Portuguesa de Esgrima e da Assembleia Geral, cerca de trinta anos e Presidente da Confederação Europeia de Esgrima e Membro da FIE) e o Vogal da Direcção Ten Coronel Diogo (também ele desportista, dirigente e Mestre de Armas) serem entusiastas desta modalidade, permitiu criar condições para se iniciar em 2007 a prática da Esgrima.

O Presidente lançou a ideia.

Havia Mestres faltava espaço, algum material e alunos.

O espaço onde em tempos funcionou a Editora da Liga dos Combatentes, na sede da Instituição, reunia condições para as aulas. Foi disponibilizado. O Colégio Militar emprestou algum material. A ideia foi deixada aos combatentes e funcionários que se quisessem inscrever. Vários passaram pelas lições. Algum tempo depois foi considerado pelo Tenente-coronel Álvaro Diogo que o Jorge Martins e o Carlos Carrera, funcionários da Liga, que se entusiasmaram em treinos à hora do almoço, estavam em condições para participarem, em espada, na primeira competição. Assim foi em 2008 no CMEFD em Mafra. Seguiu-se uma segunda prova e o primeiro êxito: – uma medalha pelo terceiro lugar conquistado por equipas (Tenente-coronel Álvaro Diogo,Carlos Carrera e Jorge Martins).

Materializado o interesse estavam criadas as condições para o Presidente da Liga dos Combatentes autorizar a criação da Sala de Armas da Liga dos Combatentes e inscrevê-la na Federação Portuguesa de Esgrima no ano de 2008. A Federação também viria a apoiar com um Kit de equipamento. A Direcção Central adquiriu algumas lâminas de espada. A prática continua e participação em provas também quando considerado oportuno.

General Chito Rodrigues condecorado com o Colar de Honra ao Mérito Desportivo

20 de Setembro 2015 – General Chito Rodrigues condecorado com o Colar de Honra ao Mérito Desportivo pelo Secretário de Estado da Juventude e Desporto, Emídio Guerreiro

Após esta iniciativa também a Federação por duas vezes realizou provas do seu calendário no Forte do Bom Sucesso, em Belém.

Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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