O Núcleo de Cantanhede representado pelo seu Presidente, alguns sócios combatentes e pelo seu Guião, esteve presente nas cerimónias do dia do Armistício em Lisboa. Foram recebidos pelo Presidente da Liga dos Combatentes, o Chefe do Estado-Maior do Exército, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, e o Vice-Chefe do Estado-Maior da Armada, a Secretária de Estado dos Recursos Humanos e Antigos Combatentes e finalmente a S. Exa. o Almirante CEMGFA, que após este ter recebido a continência das forças em parada e ter sido tocado o Hino Maria da Fonte durante a revista às Forças em Parada, foi executada também a salva de 21 tiros pela fragata fundeada no rio e tiveram lugar as alocuções do Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, Presidente da Liga dos Combatentes, e da Secretária de Estado dos Recursos Humanos e dos Antigos Combatentes, Professora Doutora Catarina Sarmento Castro.
Na sua alocução o Presidente da Liga dos Combatentes afirma com ênfase: “Hoje não é dia do Combatente…Hoje evocámos ainda mais do que isso…Hoje evocámos a Paz, situação que os combatentes amam mais do que ninguém…”. Foram impostas diversas condecorações a militares e civis, entre eles foi condecorado com a Medalha de Honra ao Mérito (Grau Ouro) o Presidente do Núcleo de Cantanhede, Sargento Chefe Mário Cavadas, seguindo-se o desfile das forças militares em parada acompanhadas pela Banda da Armada.
Na cerimónia de Homenagem aos Mortos caídos em Defesa da Pátria foram depostas coroas de flores junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar por diversas Associações e Entidades presentes, tendo sido proferida uma invocação religiosa e feita a homenagem aos mortos em campanha pela Fanfarra que entoou os toques devidos. Ouviu-se então o Hino da Liga dos Combatentes entoado por uma soprano vinda da ilha do Pico, e seguiram os presentes para o local em frente ao Museu do Combatente onde à antiga rua que parte do Museu até à antiga Casa do Governador foi dada o nome de PASSEIO JOAO JAYME DE FARIA AFFONSO, e descerrada a estátua do Fundador da Liga dos Combatentes. Terminada a cerimónia no exterior seguiram os presentes pela entrada principal do Museu até à Sala Aljubarrota, onde decorreu um momento musical muito agradável.
Seguiu-se a assinatura de um protocolo de Geminação entre a Liga dos Combatentes e a Associação Nacional dos Titulares do Título do Reconhecimento da Nação (França). Esta manha de atividades terminou com o lançamento do excelente livro “Debout les Morts”. Depois de um almoço convívio regressamos a Cantanhede com o sentimento de camaradagem, união e alegria reforçados.
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Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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