Torre de Moncorvo inaugurou memorial em homenagem aos combatentes da Grande Guerra

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A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo inaugurou no passado dia 2 de novembro um memorial em homenagem aos combatentes da Grande Guerra, do concelho de Torre de Moncorvo.
No discurso de inauguração, Nuno Gonçalves, Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, salientou que “este memorial não se encontra ainda fechado dado o volume de investigações ainda em curso por todo o mundo que poderão revelar mais nomes de um combatente de Torre de Moncorvo, presente na Grande Guerra. Mas, procura também criar uma nova área de lazer e espaços verdes que proporciona e confirma uma fruição de um espaço com uma localização privilegiada, no centro da vila”.
Jorge Nunes, vogal da Comissão Diretiva do Norte 2020, ressalvou o trabalho efetuado e adiantou que “o Município de Torre de Moncorvo ocupa a 6.ª posição, entre 86 municípios da região Norte em termos de fundo por habitante”. François Daire, Vice-presidente da Câmara Municipal de Gournay-sur-Marne, e representante do Comité Charles de Gaulle de Seine-Saint-Denis, salientou a importância deste memorial “este monumento irá permitir que esta terrível guerra não caia no esquecimento”.
Vitimou muitas pessoas, entre as quais portugueses e franceses, e temos assim a ocasião de sermos responsáveis na sua transmissão às gerações futuras.”Presente na inauguração esteve também o Presidente da Liga dos Combatentes – Núcleo de Bragança, Tenente Coronel José Sebastião Fernandes, que felicitou o executivo pelo memorial e ressalvou que uma das nuances que mais lhe agradou foi o facto de que “normalmente homenageiam-se as pessoas que faleceram em combate directo e aqui o Município de Torre de Moncorvo quis perpetuar a memória de todos que deram a vida, mas também dos que conseguiram sobreviver.”
A obra em causa, é da responsabilidade do arquitecto do Município de Torre de Moncorvo, Telmo Seromenho, que explicou que este é um monumento simples e é claramente uma alusão à guerra das trincheiras, onde ao longo do qual estão recortados os nomes dos combatentes do concelho de Torre de Moncorvo que participaram neste conflito. Destacou ainda que além de um memorial é também um arranjo de um espaço público onde era necessário intervir.
Adília Fernandes, responsável pela investigação dos combatentes de Torre de Moncorvo, referiu que este memorial contempla o nome de 233 combatentes de todo o concelho.O Memorial ao Combatente da Grande Guerra teve um investimento global de 95 591 82,00€, sendo comparticipado em 85% pelo Norte 2020.
Fonte: Câmara Municipal de Torre de Moncorvo
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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