Figueira da Foz – Dia de Finados

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A Direção do Núcleo da Figueira da Foz da Liga dos Combatentes (LC) levou a efeito, junto aos Talhões dos Combatentes dos Cemitérios de Buarcos e Quiaios, em 02 de novembro, pelas 11H00 e 15h00 respetivamente, duas cerimónias evocativas dos Fiéis Defuntos, homenageando todos os Combatentes aí sepultados.
Comungando do espírito que é próprio deste dia, estas Cerimónias de Evocação e Homenagem aos Fiéis Defuntos, contaram com a participação do Presidente da Junta de Buarcos/S. Julião da Figueira da Foz, José Tavares, no Talhão dos Combatentes do Cemitério de Buarcos e do Secretário da Junta de Quiaios, Carlos Patrão, no Talhão dos Combatentes do Cemitério de Quiaios. Esteve presente um elevado número de pessoas que se quiseram associar a este ato de homenagem aos seus Combatentes.
Em ambas as Cerimónias se efetuaram a deposição de uma coroa de flores na base dos monumentos dos Talhões, cuja sequência foi a seguinte:
– Missa nas Capelas dos Cemitérios de Buarcos e Quiaios;
– Concentração junto aos Talhões da LC nos Cemitérios;
– Alocução explicativa das Cerimónias;
– Deposição de coroa de flores;
– Evocação e Homenagem aos Fiéis Defuntos com oração proferida pelo Padre Carlos Noronha;
– Hino da LC;
– Fim de Cerimónia.
Estas duas Cerimónias revestiram-se de especial sentido e significado e com elas pretendeu-se homenagear todos os Combatentes do concelho da Figueira da Foz que, em determinado período da sua existência, no cumprimento do dever, disseram presente ao apelo de Portugal.
Por fim, não poderíamos deixar um agradecimento ao Comandante do Regimento de Artilharia N.º 4, Cor Art.ª Silva Caravela pela presença na Cerimónia de uma Secção de Militares do seu Regimento que dignificaram a homenagem.
Agradecemos ainda, de um modo especial, ao Padre Carlos Noronha, pela forma como nos honrou com a integração do Guião do Núcleo nas Missas e pela emocionante oração proferida nas Cerimónias de Evocação e Homenagem aos Fiéis Defuntos, que muito sensibilizou as pessoas presentes nas Cerimónias. A todos os que nelas participaram a Direção do Núcleo manifesta o seu agradecimento.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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