O Núcleo de Cantanhede da Liga dos Combatentes no passado dia 2 de novembro de 2019, participou nas comemorações dos Finados. Esta comemoração teve início no largo de Santo António em Covões com a deposição de uma coroa de Flores e a leitura de uma prece pelo pároco Maçarico, junto ao Monumento dos Combatentes do Ultramar, estiveram presentes nesta cerimónia o Guião do Núcleo, a Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, o Presidente da União de freguesias de Covões e Camarneira, o Vice-presidente do Núcleo de Cantanhede da Liga dos Combatentes, entre muitos combatentes que se juntaram a esta homenagem, de seguida dirigimo-nos para Cantanhede onde também estivemos presentes no Cemitério Municipal, no Talhão e junto do Ossário foi colocada uma coroa de flores e prestada a devida homenagem aos Combatentes que defenderam a sua Pátria, estiveram presentes Casas de Melo em representação da Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, a Presidente da União de freguesias de Cantanhede e Pocariça, o Presidente da Assembleia Geral do Núcleo de Cantanhede, o Vice-Presidente do Núcleo de Cantanhede, entre muitos combatentes que se juntaram a esta homenagem, na firme esperança que aqueles que morreram não sejam esquecidos.
A morte continua a ser um tabu, não se fala, não se discute, e quando chega as pessoas ficam sem saber o que fazer, não é só tristeza, é uma oportunidade de reflexão e um tempo precioso para pensarmos em nossas vidas e naqueles que se bateram pela Pátria e pela Nação. O ritual de ir ao cemitério ajuda a fazer o luto e é a forma de recordarmos os nossos antepassados. No dia de Finados somos chamados a dar um sentido cada vez mais forte às nossas vidas e aproveitar cada instante para enaltecer a memória daqueles que tombaram na esperança de um futuro melhor. Que as almas de todos os fiéis defuntos descansem em paz e que o seu testemunho se perpetue pelos tempos servindo em qualquer parte do mundo como testemunho para as gerações futuras que tem a missão de dignificar e não deixar cair no esquecimento todos aqueles que um dia foram chamados por Portugal para serem Combatentes. Sofremos a saudade, é verdade, mas não nos desesperamos, porque não desperdiçamos a oportunidade de estar juntos daqueles que um dia estiveram ao nosso lado.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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Liga dos Combatentes
A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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