Teve lugar na Cidade de Vendas Novas a cerimónia do LANÇAMENTO DA PRIMEIRA PEDRA, ou “PEDRA FUNDAMENTAL”, no espaço citadino para o efeito cativado pelo Município de Vendas Novas, após diligências havidas entre a Câmara Municipal de Vendas Novas e o Núcleo de Vendas Novas da LC. A cerimónia, que decorreu num espaço nobre da Cidade, teve a presença do Presidente da CMVN – Dr. Luís Dias; da Presidente da Assembleia Municipal de VN – Senhora Hermínia Viegas Henriques; da Vice-Presidente da CMVN – Arquiteta Elsa Carneiro; da Vereadora Dr.ª Ana Barros; do Vereador – Dr. Bruno Gomes e da Presidente da Junta de Freguesia de VN – Dr.ª Paula Valentim.
Pela Liga dos Combatentes estiveram presentes o Vice-Presidente; o 1.º Vogal e o Vogal Arquiteto Varandas dos Santos, autor do projeto de requalificação do espaço e criação do Monumento de Homenagem aos Combatentes do Concelho de Vendas Novas que participaram nos conflitos do século XX. Presentes também os Presidentes do Núcleo de VN da LC, do Núcleo de Évora da LC, do Núcleo de Montemor-o-Novo da LC e do Núcleo de Alcácer do Sal da LC. A cerimónia, a que assistiram muitos Combatentes e seus Familiares, marca o início de uma beneficiação de que a Cidade das “Duas Princesas” carecia, pela qual lutava há vários anos e que irá custear na íntegra, reunidos os elevados recursos financeiros em que orçará a “obra da memória” a concretizar dentro de 3 meses.
Usaram da palavra o “Presidente da Câmara”, o “Vice-Presidente da LC” e o “Presidente do Núcleo d e VN”, ancorando as suas intervenções na gratidão devida aos Combatentes e que naquele espaço se consubstanciará, qual árvore de memória da qual nascerão frutos de Cidadania, Afetividade e História.
Lançada formalmente a Primeira Pedra do espaço a ajardinar e no qual será implantado o Monumento, seguiu-se uma visita às instalações do Núcleo adjacentes à “zona monumental”, por todos reconhecidas como adequadas, funcionais, “respirando” cuidado no alindamento e funcionalidade, transmitindo carinho, empenho na sua concretização e labor que se regista em prol dos Combatentes do Concelho.
Um almoço de confraternização e amena interação entre muitos participantes na cerimónia, encerrou o momento festivo vivido com elevação. Como diz o emblemático lema da Cidade, “ERA UMA VEZ UMA PRINCESA” que num Palácio erguido por Dom João V ali “viveu”. Brevemente a “Cidade Rainha” terá patrimonialmente um Monumento que lhe permitirá Recordar e Homenagear os Combatentes do Concelho que saídos da sua “Vendas Novas” Serviram uma Pátria, Aquém e Além-Mar.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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