Museu do Porto (Rua da Alegria, 39 Porto)

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Núcleo Museológico do Porto

O Núcleo do Porto da Liga dos Combatentes foi fundado em 26 de Fevereiro de 1925 sobre a então designação “Agencia do Porto”, por iniciativa de Alfredo Barata da Rocha, seu primeiro Presidente.

Actualmente ocupa um palacete da cidade do Porto, situado na esquina das Ruas Formosa e Alegria, o Palácio do Visconde de Pereira Machado construído em meados do século XIX, é um notável exemplar da arquitectura civil do século XIX, onde se destaca uma fabulosa fachada granítica, encimada por frontão com brasão, escadaria interior, o requinte dos estuques e fabulosa pintura dos tectos e uma clarabóia que rasga uma imponente presença na organização espacial da sua arquitectura.

Situado em pleno coração histórico da cidade, a fabulosa combinação arquitectónica e decorativa que se harmonizam na arquitectura cuidada do palácio reforça o seu claro interesse artístico e cultural. Assim, desde 2000 o Palacete imóvel da Liga dos Combatentes está em via de classificação por parte do IGESPAR, candidatura para homologação a imóvel de interesse público, Arquitectura Civil / Porto.

O Palacete do Visconde Pereira Machado (1822-1868), que fora antigamente do Arquivo de Identificação e o Tribunal Plenário Criminal do Porto passou a ser propriedade da Liga dos Combatentes, em 15 de Março de 1974, durante a Direcção do Coronel Mário Fernandes da Ponte, entre 1966-1970.

O Núcleo do Porto possui ainda um acervo museológico visitável que se subdivide por duas salas, constituído por uma colecção dedicada à Primeira Grande Guerra e Segunda Guerra Mundial, e alguns objectos da Guerra do Ultramar. Esta colecção museológica deve-se à entrega de espólio dos combatentes e algumas exposições temáticas que o Museu Sede organizou junto do Núcleo do Porto. O Núcleo conta para além disso com uma Biblioteca e uma galeria de Arte, onde se realizam várias exposições temporárias.

 
Contactos: Rua da Alegria, 39 Porto
Tel: 222006101
Horário: Segunda a Sexta 9H30 às 12H00 e das 14H00 às 18H00.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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Liga dos Combatentes
A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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