Marco de Canaveses – 10.º Aniversário

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Realizou-se no dia 28 de julho, a cerimónia de homenagem aos 48 marcoenses mortos na guerra do ultramar, junto ao monumento erigido há 14 anos, em memória daqueles que naquele conflito pereceram ao serviço da Pátria. Este ano o Núcleo de Marco de Canaveses comemorou o X Aniversário da sua criação e a Direção do Núcleo procurou dar à cerimónia a maior dignidade possível. A cerimónia teve início pelas 10h30 e contou com a presença da Presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, Dr.ª. Cristina Vieira. Estiveram presentes representantes dos Chefes de Estado Maior dos três ramos das Forças Armadas, nomeadamente através do Major-general Xavier de Sousa, pelo Exército, Coronel José Nogueira, pela Força Aérea e do Capitão-de-Mar-e-Guerra Cruz Martins, pela Armada. A Liga dos Combatentes fez-se representar pelo Secretário-geral, Coronel Lucas Hilário. Estiveram ainda presentes o Major-general Diamantino Correia e o Coronel António Gomes, marcoenses de nascimento que quiseram honrar a cerimónia com a sua presença.
Estiveram ainda presentes o Coronel Jocelino Rodrigues e o Tenente-coronel Armando Costa, em representação dos Núcleos do Porto e Matosinhos. Igualmente estiveram representados pelos Presidente da Direção, os núcleos de Lixa, Penafiel, Ribeirão e Vila Meã e a Associação dos Combatentes do Ultramar Português (ACUP).
Estiveram igualmente presentes Presidentes de Junta e outros representantes de 10 freguesias das 16 existentes no concelho, nomeadamente, Banho e Carvalhosa, Constance, Marco, Tabuado, Paredes de Viadores e Manhuncelos, Penhalonga e Paços de Gaiolo, Bem Viver, Santo Isidoro e Livração, Alpendorada, Várzea e Torrão e Várzea, Aliviada e Folhada.
Todos estes convidados foram recebidos pelo Presidente da Direção do Núcleo, Major-general Antunes de Andrade que lhes manifestou as boas vindas.
As honras militares foram prestadas por uma força do Regimento de Transmissões, da cidade do Porto e por um terno de clarins da Banda do Exército, de Coimbra.
Iniciada a cerimónia de homenagem com o hastear da Bandeira Nacional ao som do Hino Nacional pela Presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses e por convite do Presidente do Núcleo da Liga dos Combatentes. Seguiram-se as intervenções protocolares, do Presidente da Direção do Núcleo de Marco de Canaveses, do representante da Direção Nacional da Liga dos Combatentes, Coronel Lucas Hilário, seu Secretário-geral e da Presidente da Edilidade Marcoense, já referida.
Passou-se de seguida à Cerimónia de Deposição de Flores por parte das diversas entidades presentes: Juntas de Freguesia atrás referidas, ACUP, Câmara Municipal e Liga dos Combatentes.
Foram depois tocados e devidamente acompanhados pelos procedimentos militares adequados ao ato, o toque de Silêncio e o toque de Homenagem aos Mortos.
Seguiu-se a leitura da oração cristã, por parte do Reverendo Padre Dr. Joaquim Soares, antigo capelão militar a que se seguiu o toque de Alvorada, simbolizando o renascer, a esperança e continuidade da vida.
A cerimónia continuou com a imposição de duas dezenas de medalhas das Campanhas das Forças Armadas e de entre essas a entrega de quatro medalhas a título póstumo. Esta imposição foi repartida pelos senhores oficiais Generais e Superiores, presentes e acima mencionados.
Antes do encerramento, o Presidente da Direção do Núcleo de Marco de Canaveses, Major-general Antunes de Andrade, procedeu à entrega às entidades e convidados da cerimónia um exemplar da medalha comemorativa do X Aniversário do Núcleo de Marco de Canaveses da Liga dos Combatentes.
A cerimónia foi encerrada com o toque do Hino da Liga dos Combatentes.
Seguiu-se na Igreja de Santa Maria de Sobre Tâmega, uma missa de sufrágio por todos os que perderam a vida na Guerra do Ultramar e por aqueles, que, entretanto, nos foram deixando ao longo destes anos.
Foi em seguida, servido o almoço convívio na “Quintinha dos Queiroses”, na freguesia marcoense de Vila Boa de Quires e Maureles a cerca de duzentas pessoas incluindo convidados, associados, familiares e amigos.

Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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