Elvas – Homenagem ao Combatente do Ultramar

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O Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes, no passado dia 25 de abril, no concelho de Elvas, realizou a cerimónia de “Homenagem ao Combatente do Ultramar”. Contou com a presença de várias entidades militares e civis, e alguma população elvenses. Pelas 09h30 no Monumento do Combatente do Ultramar na Terrugem e pelas 10h00 junto ao Monumento do Combatente do Ultramar em Vila Boim, realizaram-se as respetivas Cerimónias iniciando-se com a força a prestar continência regulamentar ao Cor Cav Jorge Manuel Guerreiro Gonçalves Pedro, Comandante do Regimento de Cavalaria n.º 3.
No seguimento foram depostas palmas de flores no Monumento dos Combatentes da Ultramar. Seguiu-se a cerimónia de Homenagem aos Mortos, evocando os Portugueses que ao longo da história deram a vida ao serviço da Pátria. Por fim a força militar presente prestou a continência regulamentar ao Cor Jorge Pedro.
Em Elvas pelas 10h30 junto ao Monumento do Combatente do Ultramar, deu-se início a Cerimónia, presidida pelo Diretor do Museu Militar de Elvas, Coronel Inf Joaquim José Rodrigues Bucho, em que a força prestou continência regulamentar.
O Presidente do Núcleo de Elvas SCh João Baltazar, usou da palavra com o tema “Combatente do Ultramar”. No seguimento foram depostas palmas de flores no Monumento dos Combatentes do Ultramar. Seguiu-se a cerimónia de Homenagem aos Mortos, evocando os Portugueses que ao longo da história deram a vida ao serviço da Pátria. Foram mencionados todos os Combatentes do Conselho de Elvas que faleceram no Ultramar.
Foram impostas medalhas comemorativas das Forças Armadas a militares que serviram em situação de campanha. Ao 2.º Sargento Eurico Domingos Cabeças Candeias, com a passadeira “Moçambique 1974-1975”, ao 1.ºCabo João Avelino Massano Antunes, com a passadeira “Moçambique 1968-1970 e ao Soldado José Ricardo Festas Alandroal, com a passadeira “Timor 1967-1969”. Procederam à imposição das condecorações o Coronel Inf Joaquim José Rodrigues Bucho, o Coronel Cav Jorge Manuel Guerreiro Gonçalves Pedro e o Maj SGE Fernando Francisco Cabrela Laureano.
No seguimento usou da palavra o Presidente da Câmara de Elvas – Dr. Nuno Miguel Fernandes Mocinha. Por fim a força militar presente prestou a continência regulamentar ao Coronel Inf Joaquim Bucho.
Seguiu-se a inauguração da Exposição alusiva ao Combatente do Ultramar, no Museu Militar de Elvas. Esta homenagem aos Combatentes do Ultramar, culminou com um almoço convívio.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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