06.04.2019 – O Núcleo de Cantanhede da Liga dos Combatentes participou no passado sábado 06 de abril, nas cerimónias do Dia do Combatente na Batalha, Leiria, com o seu Guião, Direção e um grupo de 51 pessoas. O dia, chuvoso, começou com Eucaristia celebrada por S. Exa. Rev. o Bispo das Forças Armadas e de Segurança, D. Rui Valério, numa cerimónia que contou com as presenças do Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante Silva Ribeiro, O Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente General Joaquim Chito Rodrigues, entre as mais altas patentes do Exército, Marinha e Força Aérea. A cerimónia militar foi presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Prof. Dr. João Gomes Cravinho acompanhado pela Secretária de Estado Dr.ª Ana Santos Pinto. Neste DIA NACIONAL DO COMBATENTE a Liga dos Combatentes evocou o 101.º aniversário da Batalha de La Lys e a 83.ª romagem ao Túmulo do Soldado Desconhecido.
Cantanhede-Dia-Combatente-2019-2O Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, apelou “à compreensão, ao reconhecimento e solidariedade para com os antigos combatentes da Guerra do Ultramar e das operações de paz e humanitárias”, para que sejam aplicadas “medidas concretas de carácter económico e social”
O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, afirmou que o Estado tem obrigação de dar apoio aos ex-combatentes e às suas famílias, ao longo da vida. “O Estado tem obrigação de lhes dar [aos ex-combatentes] apoio e às suas famílias nas dificuldades físicas e mentais que advêm da experiência da guerra, e tem responsabilidade de o fazer ao longo de toda a sua vida”, disse João Gomes Cravinho, durante o seu discurso.
O Ministro da Defesa e o Presidente da Liga dos Combatentes mostraram-se ainda satisfeitos pela decisão do Estado angolano em ter permitido que pudesse ser desenvolvido o programa de conservação das memórias naquele país.
A Liga dos Combatentes foi condecorada como Membro Honorário da Real Ordem de Nª Srª da Conceição de Vila Viçosa – comenda imposta no Estandarte Heráldico da Liga dos Combatentes por D. Duarte Pio de Bragança, Grão-Mestre das Ordens Reais Portuguesas, acompanhado pelo membro da Ordem, Sr. Paulo Vitorino, como, pelo trabalho da Liga dos Combatentes ao evidenciar e exaltar o amor à Pátria e aos símbolos.
A Medalha de Honra (ao Mérito) grau Ouro da Liga dos Combatentes destina-se a galardoar pessoas singulares, nacionais ou estrangeiras, bem como sócios ou funcionários da Liga pelos serviços distintos e de elevado mérito prestados ao serviço da Liga dos Combatentes ou ao seu serviço.
A Medalha de Honra (ao Mérito) da Liga dos Combatentes atribuída no grau Ouro à Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Dra. Mª Helena Teodósio, recebeu a imposição o Vice-Presidente da CMC, Dr. Pedro Cardoso em sua representação.
Após o desfile das Forças em Parada com representação da Banda da Armada, o Estandarte Nacional e uma Companhia a três pelotões, um de Fuzileiros, um do Exército e outro da Força Aérea, seguidos pelos cerca de 80 guiões dos Núcleos da Liga dos Combatentes, onde seria o Guião do Núcleo de Cantanhede a abrir o desfile de Guiões. As entidades visitaram o Museu das Oferendas onde foi assinado o Livro de Honra da Liga dos Combatentes tendo a cerimónia de deposição de Coroas de Flores decorrido na Sala do Capítulo do Mosteiro da Batalha, junto ao túmulo do Soldado Desconhecido que se encontra nesta sala desde 1921, e que guarda os corpos de dois soldados: um morto na Flandres e outro em Moçambique, e é permanentemente alumiado pela “chama da Pátria” e homenageado por militares.
Seguiu-se um almoço convívio no RA 4 de Leiria entre ex-combatentes, seus familiares e amigos presentes nestas cerimónias. De regresso a Cantanhede ainda houve tempo para uma visita à Figueira da Foz. Era bem visível a satisfação, o ambiente de ótima camaradagem entre todos os presentes, com o privilégio de terem assistido ao reconhecimento público do seu Município, num dia tão especial para todos os Combatentes.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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