Faleceu o general Altino Amadeu Pinto de Magalhães

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Nascido em 08 de maio de 1922, Ribalonga, Carrazeda de Ansiães (Bragança) assentou praça em 12 de Agosto de 1940; fez o Curso de Infantaria da Escola do Exército e foi promovido ao posto de general em 26 de Agosto de 1978. Do seu curriculum podem ser retirados os seguintes eventos: como oficial subalterno prestou serviço nos Açores e em Angola incorporado em Batalhões operacionais da sua Arma. No posto de capitão serviu em Macau, como Adjunto do Comando de um Batalhão destacado de Angola; fez os Cursos Geral e Complementar de Estado-Maior e participou nas manobras da 3ª. Divisão (NATO) como Oficial de Operações de um dos 3 Regimentos de Infantaria.
Como oficial superior foi professor do IAEM; Comandante do Batalhão de Infantaria da Madeira, Adido Militar Naval e Aeronáutico junto da nossa Embaixada no Brasil; Chefe do Estado-Maior da Região Militar de Angola. Promovido a general comandou o Sector Militar do Uíge, acumulando estas funções com as de governador do Distrito do mesmo nome; depois do 25 de Abril foi nomeado Comandante Militar de Angola, com acumulação das funções de Adjunto do Comando-Chefe e de membro da Junta Governativa de Angola; nomeado Comandante-Chefe dos Açores, veio também a acumular estas funções como as de Presidente da Junta Regional dos Açores antecessora do actual governo Regional. Regressado a Lisboa foi Diretor Geral da Instrução do Exército e, depois, Vice-Chefe do EME, Vice-Chefe do EMGFA e Diretor do Instituto de Defesa Nacional.Foi presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes, entre 1986 e 1996 e Presidente da Comissão Executiva do Monumento aos Combatentes do Ultramar (junto à Torre de Belém), construído durante esse período. Foi Presidente do Conselho Supremo da Liga dos Combatentes e era atualmente, membro do mesmo Conselho.
A sua carreira militar regista 15 louvores ao nível de Comando, de Governador e de Ministro. Conta ainda com oito Medalhas nacionais, seis brasileiras, uma francesa e uma jugoslava. Das nacionais são das mais elevadas: Três (prata e ouro) de Serviços Distintos com Palma e a Grã Cruz da Ordem Militar de Cristo, em 3 de agosto de 1984, pela Presidência da República Portuguesa.
Os seus restos mortais vão estar esta sexta-feira, em câmara ardente, na Igreja de São João de Deus, em Lisboa. A missa de corpo presente ocorrerá pelas 12h30 de sábado, 26 de janeiro, e o funeral e honras fúnebres terão lugar no Cemitério do Alto de São João em Lisboa, pelas 14h00.
A LIGA DOS COMBATENTES apresenta à família enlutada os sentidos pêsames.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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