Visita do Presidente da FMAC a Lisboa – Museu do Combatente

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Em 20 de janeiro, o Presidente da FMAC, Dan Viggo Bergtun, da Noruega, e o seu assessor, David Hasselberg da Dinamarca, visitaram o Museu do Combatente e o Forte do Bom Sucesso acedendo ao convite que lhes foi dirigido pelo Presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes,  General Chito Rodrigues. Foram recebidos pelo Presidente da Direção Central e pelo vogal da Direção Capitão-de-Mar e Guerra, Filipe Macedo e iniciaram a visita com uma explicação da história do local que envolve o Forte e a Torre de Belém (séc. XV), partida do rei D. João IV para o Brasil para não ser preso pelas tropas de Napoleão durante as invasões Francesas (séc. XIX) e o Monumento de Homenagem aos Mortos do Ultramar (séc. XX ).
Visitaram depois as lápides com os nomes dos dez mil soldados que morreram no Ultramar, a Capela e o Memorial dos Combatentes, com o túmulo do Soldado Desconhecido, passando depois, para o interior do Forte, onde visitaram a exposição das Trincheiras da Grande Guerra e as exposições temporárias que ali se encontram – Exposição do Centenário da Grande Guerra e exposição do envolvimento das tropas portuguesas nas Operações de Paz e Humanitárias. Seguiram depois para o gabinete do Presidente da Liga onde assinaram o Livro de Honra e onde lhes foram explicados os dados da Liga, n.º de Núcleos,  n.º de sócios, nº de monumentos e atividades principais dos programas estruturantes.O Presidente da FMAC, Mr. Dan Viggo Bergtun informou que ficaram muito surpreendidos e bem impressionados  com a visita e anunciou que iria condecorar o Presidente da Liga dos Combatentes com o Medalhão de Honra da FMAC, que premeia o trabalho e os esforços das Associações de Combatentes, no apoio aos veteranos e vítimas de guerra  em prol da Segurança, da Paz Internacional e do Bem estar dos seus associados. O Medalhão será entregue durante a cerimónia do aniversário da ADFA a realizar em 21 de Janeiro.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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