La Real Hermandad visita Museu do Combatente e marca presença nas cerimónias do Centenário da Grande Guerra, em LisboaEste ano e a convite do presidente da Liga dos Combatentes – Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, o presidente da Real Irmandade dos Veteranos de Guerra e Guarda Civil de Espanha – Tenente-general Jose G. Varela e o vogal das relações externas CMG Pablo Estrada, deslocaram-se a Lisboa, onde foram recebidos também pelo Secretário-geral da Liga dos Combatentes, Coronel Lucas Hilário, tendo visitado no dia 3 de novembro o Museu do Combatente, em Belém, onde realizaram uma sessão de trabalho.
LA REAL HERMANDAD SE ABRE A LAS RELACIONES INTERNACIONALES CON ORGANIZACIONES AFINES

“En este caso, el 4 de noviembre de 2018 el Presidente de la Real Hermandad, TG García Varela, fue invitado por el Presidente de la Liga dos Combatentes de Portugal, TG Joaquim Chito Rodrigues a asistir en Lisboa a la Ceremonia del “Centenario del Armisticio de la Primera Guerra Mundial”, y a mantener un amplio intercambio de información sobre las dos organizaciones con el fin de tener en el futuro una más estrecha colaboración.

El primer acontecimiento al que asistimos fue el acto, celebrado en la Avenida de la Libertad de Lisboa, que fue presidido por el Presidente de la República de Portugal, y que tuvo una gran brillantez y en él participaron sobre 4.500 hombres, además de veteranos excombatientes de las guerras portuguesas de ultramar y operaciones recientes de mantenimiento de la paz. El desfile fue terrestre y aéreo.

Como es sabido, Portugal participó en la I GM y posteriormente en la Guerra de Ultramar con cerca de 100.000 hombres, presentes en combates en Angola, Mozambique y Francia, y de ellos dieron su vida sobre 7.500.

Con motivo de esta primera reunión, visitamos el “Museo de los Combatentes”, donde el Presidente de la Liga dos Combatentes tuvo una reunión de trabajo con nuestro Presidente, que fue acompañado por el Vocal de Relaciones Externas, capitán de navío Pablo Estrada.

Finalizó la reunión antes aludida el Tte General García Varela, agradeciendo al Tte General Chito Rodrigues, Presidente de la Liga dos Combatentes las atenciones recibida,s así como la asistencia a tan emotivo acto y desfile.”
Fontes:
Museu do Combatente
Realhermandad

Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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