Protocolo entre a Escola Naval e a Liga dos Combatentes no âmbito da atribuição do Prémio Escolar "Liga dos Combatentes/Defesa Nacional"Em 26 de Setembro foi assinado na Escola Naval no Alfeite o protocolo entre a Escola Naval e a Liga dos Combatentes no âmbito da atribuição do Prémio Escolar “Liga dos Combatentes/Defesa Nacional” e da constituição do Núcleo Jovem da Liga dos Combatentes. Pela Escola Naval estiveram presentes o Comandante da Escola – Contra-Almirante Simões Marques, além do 2º Comandante, do Diretor Escolar e de vários Professores  daquela Escola, da parte da Liga dos Combatentes assinou o Presidente – General Chito Rodrigues acompanhado do vogal da Direção Central – Capitão de Mar e Guerra – Filipe Macedo.
Depois das boas vindas do Contra-Almirante Simões Marques e após ter manifestado regozijo pelo novo protocolo e pela criação do Núcleo Jovem da Liga dos Combatentes, falou o Sr. General Chito Rodrigues para assinalar o significado profundo que tem para a Liga, não só a atribuição do Prémio Escolar a premiar todos os anos o melhor trabalho sobre Defesa Nacional, como também a criação do Núcleo Jovem da Liga que vem na sequência do Programa Estratégico – Passagem do Testemunho ás novas gerações e que pretende perpetuar a Liga dos Combatentes aos jovens deste país.

Assistiu-se depois à cerimónia de entrega do guião da Escola Naval ao curso mais antigo presente na Escola e seguiu-se o desfile dos cadetes na parada da Escola. Por fim o Comandante ofereceu um almoço na camarinha do Comandante muito bem servido como é apanágio da Marinha.

Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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