Presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes recebido na Comissão Parlamentar de Defesa Nacional

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Presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes recebido na Comissão Parlamentar de Defesa Nacional
A convite da Comissão Parlamentar de Defesa Nacional o Presidente da Direção Central da Liga dos Combatentes, General Chito Rodrigues, foi recebido no passado dia 26 de junho, na referida Comissão. Nesta sua deslocação ao Parlamento, fez-se acompanhar por alguns membros da DC, designadamente, pelo Secretário-Geral, Coronel Lucas Hilário e pelos Vogais TCor Pires Martins e Arqt.º Eduardo Varandas. A Delegação da Liga foi recebida pelo Grupo de Trabalho que, no âmbito da Comissão Parlamentar de Defesa Nacional, se debruça sobre a situação dos combatentes tendo em vista a formulação de recomendações ao Governo visando o reconhecimento para com aqueles que num determinado período da nossa História se bateram de armas na mão para defender os interesses vitais de Portugal.
Pelo Grupo de Trabalho estiveram presentes os seguintes Deputados: Miranda Calha pelo PS, que preside; João Rebelo, pelo CDS; Pereira Pimentel, pelo PSD; João Machado, pelo PCP e José Vasconcelos, pelo BE.O Presidente da Liga teve oportunidade de esclarecer os senhores deputados sobre as origens e o estatuto da Instituição a que preside, fazendo depois uma descrição circunstanciada das ações desenvolvidas e previstas para os próximos tempos, bem como das dificuldades sentidas para levar a cabo a sua missão estatutária.
Foram também abordados vários aspetos que afetam os combatentes e para os quais se solicita a compreensão e a tomada de decisões concretas pelas entidades competentes, nomeadamente, as que se prendem com a revisão da Lei 3/2009 e as pensões auferidas por um considerável número de combatentes carenciados, que se encontram muito abaixo do limiar de pobreza. Esta situação, sendo geradora de problemas sociais gravíssimos, que afeta o dia-a-dia daqueles que cumpriram o seu dever para com a Pátria, deve merecer das autoridades governamentais uma atenção especial no sentido de equiparar essas pensões ao ordenado mínimo nacional.
No final os deputados expressaram o desejo de visitar a sede da Liga dos Combatentes, para melhor se inteirarem sobre a realidade de uma instituição centenária, vontade manifestada que foi muito bem acolhida pelo Presidente da Liga que assim terá oportunidade de facultar, aos parlamentares, informação complementar que não foi possível abordar durante a audiência concedida.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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