Protocolo celebrado entre a Liga dos Combatentes e a TAP – Conservação das Memórias – Transporte de restos mortais

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Entre a Liga dos Combatentes e Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) foi celebrado um protocolo em junho de 2018, tendo como objetivo proporcionar o transporte gracioso de restos mortais de Combatentes Portugueses, Tombados durante o conflito ultramarino, em Moçambique e Angola. O Protocolo constitui um apoio às Famílias dos Combatentes que promovam a sua transladação para Portugal, isentando-as do pagamento dos custos inerentes ao transporte por via aérea pela TAP para Portugal. A Liga dos Combatentes, quando solicitada pelos familiares do Militar Tombado e em processo de trasladação, estabelecerá contacto com a TAP e com a agência funerária a que for cometida a ação de repatriamento dos restos mortais, informando os contactos que a TAP lhe indicou, quer em Moçambique quer em Angola, a fim de ser administrativamente processado o transporte gracioso da urna contendo os restos mortais.
Esta regalia concedida pela TAP não contempla repatriamentos da Guiné, em virtude do embargo de carga comercial à saída da Guiné-Bissau, por razões de natureza de segurança operacional impostas pela Autoridade Nacional da Aviação Civil. Este protocolo contempla o transporte gracioso até 20 urnas ano e tem a validade de dois anos, renováveis.
A Liga dos Combatentes saúda a disponibilidade da TAP para este apoio às Famílias dos Combatentes a trasladar, salientando o elevado espírito de colaboração da Transportadora Aérea Portuguesa e o singelo mas distinto apoio que presta às Famílias empenhadas no processo de repatriamento, com origem em Moçambique ou em Angola.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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