A Força Aérea e a Liga dos Combatentes evocaram o Centenário da morte do Piloto aviador Óscar Monteiro Torres, que ocorreu a 20 de novembro de 1917. As cerimónias tiveram lugar no cemitério do Alto de S. João, com a presença do Presidente da República, que foi recebido à entrada do cemitério pelo CEMGFA , General Pina Monteiro, o CEMFA General Manuel Teixeira Rolo e o presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-general Joaquim Chito rodrigues. Dirigiram-se seguidamente para a capela onde o bispo das Forças Armadas e Forças de Segurança, D. Manuel Linda, na presença de dois familiares de Óscar Monteiro Torres e elementos das forças armadas, em que predominavam membros da Força Aérea proferiu uma missa em memória do piloto aviador morto em combate durante a primeira guerra mundial. Todos os presentes deslocaram-se depois para a Cripta dos Combatentes, onde no seu exterior aguardaram a chegada da urna com os restos mortais de Óscar Monteiro Torres transportada por alunos da Academia Militar e com a Guarda de Honra de alunos das academias dos Ramos da Forças Armadas e Colégio Militar. Fez a evocação de Óscar Monteiro Torres o Tenente-general Mimoso e Carvalho seguido de uma intervenção do CEMFA Manuel Teixeira Rolo, que agradeceu a presença de sua Exa. o Presidente da República, do CEMGFA e do apoio dado pela Liga dos Combatentes para a realização da cerimónia. Seguidamente, na urna onde se encontrava já o emblema da Liga dos Combatentes foi colocada a barretina do Colégio Militar, pelo comandante de Batalhão e o brevet militar de piloto-aviador pelo Presidente da República. Seguiu-se os toques militares de homenagem no momento em que, quatro aviões F16 sobrevoaram a Cripta dos Combatentes. Os restos mortais de Óscar Monteiro Torres, transportados por cadetes regressou ao interior da cripta sendo acompanhados pelas entidades presentes. Em lugar onde se encontrava já uma placa e uma palma foi descerrada uma outra placa pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa e pelo CEMFA evocando o centenário da morte ocorrida em 20 de novembro de 1917. AS entidades visitaram depois a Cripta dos Combatentes, nomeadamente a Cripta dos Marechais combatentes, onde estão inumados os Marechais Gomes da Costa, António Spínola e Francisco Costa Gomes

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Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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