Uma representação da Direção Central da Liga dos Combatentes, constituída pelo Presidente, General Chito Rodrigues; Vice-Presidente, General Fernando Aguda, Secretário-geral Coronel Lucas Hilário e pelos Vogais, TCor Pires Martins e Arquiteto Eduardo Varandas, deslocou-se, ontem, dia 11, a Estremoz, para entregar simbolicamente uma viatura de passageiros, com capacidade para 9 lugares, à Residência de São Nuno de Santa Maria. Esta aquisição constitui uma mais-valia, para os utentes da Residência, na medida em que vai permitir visitas de âmbito recreativo, cultural e tratamento ambulatório sem depender de terceiros.
Os elementos da DC aproveitaram a oportunidade para realizar reuniões de trabalho com a Direção da Residência e com a Diretora Técnica, Dr.ª Dulce Correia e do Núcleo da Liga dos Combatentes de Estremoz, constituída pelos seguintes elementos: Presidente, SMor Vitor Caldeira; Secretário, SAJ Vitor Cebola; Tesoureiro, SMor Jorge Lopes; 1.º Vogal SAJ João Passão e TCor Verdugo.
O Presidente da DC expressou no final dos trabalhos a sua satisfação pelo que lhe foi dado observar e ouvir dos responsáveis pelos destinos da nossa ERPI, manifestando todo o apoio e colaboração para que os níveis de qualidade atingidos sejam mantidos e prossigam para bem dos utentes, funcionários e prestígio da Liga dos Combatentes.
Foram também abordados assuntos relacionados com a vida do Núcleo de Estremoz, tendo o seu Presidente posto ao corrente os elementos da DC, sobre o momento atual ali vivido e os desenvolvimentos futuros que pretendem empreender. De tudo o que foi dito registou-se com agrado, tendo no final sido realizada uma visita às suas instalações, para verificar in loco as alterações introduzidas por esta nova direcção, recentemente eleita.
A Direção Central aproveitou o ensejo para manifestar o seu contentamento pelo trabalho desenvolvido pela Direção do Núcleo, no sentido de prosseguir a sua ação em prol dos associados e concomitantemente da Liga dos Combatentes, como instituição perene, patriótica e de solidariedade.
Liga dos Combatentes
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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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