05.10.2017 – Decorreram na Freguesia e Vila das Lajes do Pico as cerimónias de homenagem aos “Combatentes Picarotos” que serviram Portugal na Guerra do Ultramar. A cerimónia teve lugar no Jardim da Baleia, tendo sido descerrado um Memorial no qual se encontram gravados os nomes dos 106 militares que Serviram Portugal em Angola, Guiné, Moçambique e Timor, sendo de destacar que de entre esses 106 nomes figuram os de 3 desses militares que faleceram em combate. A cerimónia iniciou-se com Missa na Igreja Matriz da Vila das Lajes, celebrada pelo Ministro do Culto Senhor Padre Francisco, participada por muitos dos 106 Combatentes ainda vivos e suas Famílias, em clara manifestação de religiosidade e recolhimento. O Grupo Coral das Lajes do Pico acompanhou a celebração, transmitindo-lhe com os seus cânticos a componente musical complementar desta cerimónia.
Pelas 12h30 teve lugar a Cerimónia de inauguração do Memorial, contando com a presença das entidades convidadas e de cerca de 400 Combatentes e Famílias, momento vivido com a elevação que a homenagem suscitava. As honras militares foram prestadas por uma Secção da GNR.
Seguira-se os discursos proferidos pelo Presidente do Núcleo do Pico da Liga dos Combatentes, pelo Vice-Presidente da Liga dos Combatentes, pelo Representante do Governo Regional dos Açores e pelo Presidente da Câmara Municipal das Lajes do Pico. As palavras sucessivamente proferidas exaltaram a gesta dos “Combatentes Picarotos”, saudaram o seu esforço em Servir Portugal. e salientaram o contributo das suas famílias pelo apoio de retaguarda por si proporcionado “aos Homens na Frente”.
Pelas 13h30 todas as entidades convidadas, Combatentes e Famílias, participaram no almoço de convívio que decorreu no salão do Centro Recreativo e Cultural da Silveira, tendo o Grupo Coral das Lajes brindado os presentes com a sua actuação musical e de canto.
As entidades convidadas e presentes neste 29.º Encontro dos Combatentes Picarotos, foram as seguintes:
Secretário Regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Externos do Governo Regional dos Açores; Presidente da Câmara Municipal das Lajes do Pico; Presidente da Assembleia Municipal das Lajes do Pico; Vice-Presidente da DC da LC¸ Presidentes das Câmaras Municipais da Madalena e São Roque do Pico; Deputados Regionais pelo Pico; Presidentes das Juntas de Freguesia do Pico; Presidente do Núcleo do Pico da LC; Comandante Territorial da GNR dos Açores; Capitão do Porto da Horta e representante do Comando Operacional dos Açores e do Comandante da Zona Marítima dos Açores, Representante do Comandante do Regimento de Guarnição n.º 1.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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