Com a presidência do Ministro da Defesa Nacional, Dr. Azeredo Lopes e a presença do General CEMGFA Pina Monteiro e o Presidente da Liga dos Combatentes, General Chito Rodrigues decorreu no passado dia 22 de abril de 2017, a cerimónia evocativa da Batalha de La Lys a 09 de abril de 1918. No corrente ano foi sublinhado o Centenário da entrada de Portugal na Grande Guerra, com a ação do CEP em território francês. Presentes o Sub-Prefeito de Calais e Maires de Richebourg e La Couture. Uma força francesa prestou as honras militares. Uma significativa representação de militares portugueses vindos de Mons, Bélgica esteve presente, bem como o embaixador de Portugal em Paris e o Adido de Defesa em Paris.
Igualmente receberam o General CEMGFA o Vice-almirante MILREP e o Contra-almirante NMR estando igualmente presentes na cerimónia. Em Richebourg usou da palavra o General CEMGFA e o Maire da cidade, em La Couture usou da palavra o Sub-Prefeito de Calais, o Ministro da Defesa Nacional e o Maire de La Couture.
Com a presença de muitas Associações francesas e alguns Núcleos da Liga dos Combatentes, bastantes convidados e público, as cerimónias decorreram com muita dignidade. Seguiu-se um almoço com um Porto de Honra, durante o qual foram distinguidas pela Liga dos Combatentes, duas funcionárias, uma do Núcleo local e outra do gabinete do Adido de Defesa, pelo apoio que há décadas vêm dando ao desenrolar destas cerimónias.
Liga dos Combatentes
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A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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