Comemorações do 95.º Aniversário do Armistício…

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Comemorações do 95º aniversário do Armistício, 90º aniversário da Liga dos Combatentes e 39º aniversário do Fim da Guerra do Ultramar

No dia 09 de Novembro de 2013 realizaram-se junto ao Forte do Bom Sucesso, frente ao Monumento aos Mortos do Ultramar as comemorações do 95º aniversário do Armistício da I Grande Guerra, do 90º aniversário da Liga dos Combatentes e o 39º aniversário do Fim da Guerra do Ultramar. As comemorações constaram duma parada militar com forças dos três ramos das Forças Armadas com a Banda da Armada e os estandartes de mais de 40 Núcleos da Liga dos Combatentes que desfilaram perante as tribunas onde se encontravam as entidades e os convidados presentes na cerimónia.
Presidiu à cerimónia o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, General Esteves Araújo e estiveram presentes os Chefes dos três ramos das Forças Armadas, muitos oficiais generais da Armada, do Exército e da Força Aérea e das forças de segurança, várias entidades civis e militares, nomeadamente, o Chefe da Casa Militar da Presidência da República, Tenente General Carvalho dos Reis, o General Rocha Vieira Chanceler das Antigas Ordens Militares, os Adidos de Defesa da Alemanha, do Brasil, dos Estados Unidos da América, da França, de Marrocos, da Rússia e de Timor-Leste, representantes do Ministro da Defesa Nacional e da Secretária de Estado da Defesa, o Almirante Tim Lowe da Strikfornato, o Director-Geral de Pessoal e Recrutamento Militar do MDN, o Almirante Bossa Dionísio, Presidente da Comissão Cultural de Marinha e o Director do Museu de Marinha, o Tenente-general Sousa Pinto, Presidente da Comissão Portuguesa de História Militar, o representante do Comandante-Geral da GNR, o representante do Director Nacional da PSP, membros do Conselho Supremo da Liga dos Combatentes, os membros da Direcção Central da Liga dos Combatentes, um representante do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, o Presidente da Junta de Freguesia de Belém, a entidade convidada para fazer a oração alusiva ao dia da comemoração – Professor Dr. António José Telo, uma delegação da Royal British Legion, uma delegação da Associação Francesa Souvenir Français. e o Prof. Dr. Samuel Joshua Ruah, Presidente da Assembleia Geral da Real Associação de Bombeiros Voluntários de Lisboa que distinguiu a Liga dos Combatentes com uma condecoração para ser imposta nesta ocasião.
Proferiram discursos o General Chito Rodrigues, Presidente da Liga dos Combatentes, o orador convidado Professor Dr. António Telo e Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, General Esteves Araújo. As cerimónias continuaram com a imposição da Medalha de Ouro de Serviços Distintos ao estandarte da Liga dos Combatentes pelo Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, General Esteves Araújo e com o Grande Colar da Medalha de Agraciamento de Honra e Mérito da Real Associação dos Bombeiros Voluntários de Lisboa pelo Presidente da Assembleia Geral daquela instituição, Professor Dr. Joshua Ruah.
Seguiram-se condecorações a membros dos Núcleos da Liga dos Combatentes, impostas pelo Chefe do Estado-maior do Exército e pelo Presidente da Liga dos Combatentes. A cerimónia prosseguiu com a colocação de coroas de flores, em homenagem aos soldados caídos pela Pátria, pelas entidades presentes e pelas associações de combatentes que quiseram associar-se ao acto e com uma invocação religiosa pelo Capelão da Armada, CMG A. Costa, a que se seguiram os toques a silêncio, a mortos e a alvorada. Por fim desfilaram as forças em parada, a que se seguiu uma visita ao Forte e às exposições nele patentes.
Liga dos Combatentes
Author: Liga dos Combatentes

A LIGA DOS COMBATENTES, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923. Constituem objectivos da LIGA DOS COMBATENTES: a. Promover a exaltação do amor à Pátria e a divulgação, especial entre os jovens, do significado dos símbolos nacionais, bem como a defesa intransigente dos valores morais e históricos de Portugal; b. Promover o prestígio de Portugal, designadamente através de acções de intercâmbio com associações congéneres estrangeiras; c. Promover a protecção e auxílio mútuo e a defesa dos legítimos interesses espirituais, morais e materiais dos sócios; d. Cooperar com os órgãos de soberania e da Administração Pública com vista à realização dos seus objectivos, nomeadamente no que respeita à adopção de medidas de assistência a situações de carência económica dos associados e de recompensa daqueles a quem a Pátria deva distinguir por actos ou feitos relevantes praticados ao seu serviço; e. Criar, manter e desenvolver departamentos ou estabelecimentos de ensino, cultura, trabalho e solidariedade social em benefício geral do País e directo dos seus associados.

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